Dizem que quando alguém faz algo de bom a outras pessoas não necessita aplausos ou reconhecimentos. Mas o nosso humano sente falta disso, não vem ao caso dizer que alguém faça algo somente para obter aplausos ou sentir-se melhor que o outro, por ter lhe proporcionado algo bom.

A questão é que sermos gratos nos faz bem, se eu agradeço as gentilezas daqueles que tiraram um pouco do seu precioso tempo para fazer algo para mim, tem outro sentido quanto às gentilezas recebidas.

É tão bom saber que alguém fez algo para nós simplesmente porque gosta de nós, com amor doou seu tempo tornando nossa vida mais alegre. Então não custa nada agradecer com uma palavra de gratidão, hoje em dia é raridade quem tira seu tempo para fazer algo por outras pessoas. Pode ser apenas uma simples conversa ou um convite para um café, almoço ou jantar em sua casa.

Existe uma grande diferença entre o vá lá à casa uma hora dessas, e você pode vir lá em casa no sábado? Quero convidar você para um jantar. Perceba a diferença um é apenas a obrigação de convidar sem que o outro se sinta realmente convidado e crie laços conosco. O Segundo é o reconhecimento eu quero te convidar para estar comigo, pois você é importante para mim e para minha família.

São detalhes que nos fazem criar laços afetivos, termos gratidão por termos encontrado pessoas que em muitos momentos estiveram ao nosso lado, torcendo por nós, chorando junto conosco nossas tristezas.

Na hora da alegria poder comemorar sem esquecermos quem esteve conosco. Podemos ser gratos e demonstrarmos nossa gratidão, todos que são gentis conosco merecem sim serem reconhecidos.

Não deixe para agradecer amanhã o que você pode agradecer hoje. O amanhã pode não chegar e você ficar triste por não ter dado tempo de agradecer a quem era necessário. Sejamos gratos por todo bem que recebermos.


Simone Cândido: Resgate o amor-próprio
28/05/2022 às 10:14 | Simone Cândido
Era apenas uma adolescente de 12 anos começara a ter gosto por maquiagens, arrumar os cabelos, aprender sobre depilação. Algumas coisas que a faziam sentir-se bonita. Olhava-se no espelho, penteava seus cabelos, colocava cremes para finalizar o penteado... Havia comprado alguns batons de cores claras, pois sua mãe não gostava que ela usasse cores escuras.

Mudanças em seu corpo de menina a faziam ficar um pouco tímida. Tinha alguns olhares de garotos para ela, pois estava se tornando uma mulher.

Alguns desafios a atormentavam: a tal depilação. Certa feita foi usar lâmina para se depilar, cortou-se. “Nossa, isso é difícil demais”, pensou. Preferia ser menina, brincar com bonecas. Ser adolescente, tornar-se mulher não era tarefa fácil.

Aos poucos foi descobrindo sobre depilação, tipos de cera, quente, fria, rolon, entretela, talco para que a cera pudesse colar nos dias quentes. Assim foi montando seu arsenal depilatório. A princípio ela chorava cada vez que tinha que fazer a tal depilação. Depois tirou de letra e o tal sacrifício da depilação havia se tornado algo bom, pois sentia-se bonita.

Aprendeu a fazer suas unhas nos fins de semana. Era sagrado todo sábado lá pelas quatro da tarde, pegava seu kit de unhas. Unhas feitas, depilação em dia, make, delineador. Estava pronta para sair de casa sentindo-se bem. Cuidava-se e lá ia ela nas baladas e se divertia. Alguns anos depois encontrou alguém especial, casou-se, aumentaram as tarefas de casa... Ela já não tinha o mesmo tempo disponível, esquecera um pouco de si.

A adolescente de 12 anos já tinha seus vinte e poucos anos. Crescera, mas em algum tempo perdeu-se. Cansada das novas tarefas, além de trabalhar fora, chegar à casa fim do dia... As unhas dos sábados foram substituídas por outras tarefas que ela não conseguia terminar até às quatro da tarde. Entre descansar e fazer as unhas, ela trocou por descansar. Aos poucos foi percebendo que se havia perdido da menina de 12 anos, animada cheia de amor-próprio, embora ela nunca descuidasse de si mesma ou se tratasse com desleixo.

Alguns anos após o casamento vieram os filhos e o cansaço. Ela precisava escolher se cuidava mais das crianças ou dela mesma. Por amor, ela foi se tornando simplesmente mãe e esposa deixou de si mesma, cuidava-se a prestação.

Coloria os cabelos, pois isso é o mínimo que ela poderia fazer para sentir-se bem consigo mesma. Usava cremes corporais e de cabelos; fazia depilação e a essa altura havia se tornado expert nunca mais chorou, isso é motivo para que se sinta bem.

Quantas de nós mulheres vamos deixando o amor-próprio de lado? Pelo cansaço das tarefas diárias. Precisamos olhar para nós mesmas, com o mesmo olhar da descoberta dessa menina adolescente de apenas doze anos que foi se perdendo com o tempo.

Elogiar, ajudar essa mulher a continuar amando-se, cuidando-se, quando uma mulher está ao lado de alguém que a elogia, seja apenas um amigo, ou marido, namorado. Essa mulher consegue sim tornar-se uma mulher bela com autoestima alta amando-se do jeito que ela é.

Esse cuidar-se se torna algo prazeroso quando nos sentimos amadas e acolhidas, não necessariamente precisamos ter alguém ao nosso lado, nós podemos ajudar umas às outras a nos valorizarmos. Se ainda pudermos incentivar a cuidar-se então teremos um mundo próximo de nós com mulheres felizes sentindo-se plenas.

O importante é que cada uma de nós independentemente de como somos tenhamos amor por nós, àquelas mulheres que estão em tratamento de alguma doença podem sim e devem ser incentivadas a amar-se.

E quanto a nós mães, esposas trabalhadoras, simplesmente mulheres com dores aflições angústias, que tal tirarmos um tempo para nós? Ainda é tempo para mudarmos, podemos resgatar a menina adolescente cheia de amor-próprio cheia de sonhos. Somos mulheres que podem e devem sentir-se lindas. Todo dia é dia para mudanças e hoje é um lindo dia.


A cultura de nosso país busca sempre incentivar mulheres a terem corpos esculturais, muitas lutam diariamente para que realmente estejam dentro dos padrões apresentados pela sociedade.

Muitas de nós fugimos desse padrão, não que sejamos preguiçosas ou desleixadas. Apenas somos diferentes do que a sociedade propõe. Usar tamanho plus size é algo que nos incomoda. Se sairmos a procura de roupas ou até mesmo langeries temos muita dificuldade de encontrar algo que nos sirva e nos dê conforto ao usarmos.

Geralmente vamos em shoppings ou centros comerciais onde os tamanhos nas maiorias das vezes são feitos para mulheres magérrimas, o tamanho P de antigamente hoje pode ser considerado quase um tamanho juvenil.

Quando estamos em busca de uma simples calcinha começa uma de nossas piores decepções, ou são minúsculas ou enormes. As enormes geralmente são bege ou qualquer cor nude. Quem disse que mulheres plus size não gostam de vestir langeries bonitas? Que sejam rendadas, coloridas e que nos sintamos atraentes. Olhamos as prateleiras muitas vezes sem sucesso algum voltamos decepcionadas.

Existem lojas especializadas a maioria delas tem o mesmo estilo das tais calcinhas ou seriam calçolas? De cor nude sem graça. As roupas caem dos ombros, a modelagem é terrível não se investe em fazer modelos com cores e estampas bonitas para as mulheres ditas plus size.

Os lojistas e estilistas deveriam pensar um pouco mais nesse público que tanto sofre querendo ter seu lugar na sociedade.

Felizmente já existem lojas que pensam nesse público fornecem roupas com cortes e estilos perfeitos. De todos os tamanhos possíveis, com cores e modelos modernos tanto quanto aos modelos para pessoas como tamanhos menores.

Quando entramos em uma loja assim que nos valoriza como merecemos nos sentimos muito melhores. Vestir uma roupa ou langerie bonita e confortável nos deixa ainda mais felizes.

Muitos irão dizer que precisamos emagrecer diminuir nossas medidas, e se não for possível? Vamos ficar para sempre deprimidas usando roupas feias de mau gosto? A resposta é não. Temos o mesmo direito de todas as outras mulheres de sermos felizes nos sentindo lindas do jeito que somos. E sim podemos conquistar nosso espaço com cores, rendas, estampas, ou jeans se assim nos sentirmos bem.

Que mais lojistas, estilistas dirigentes de shoppings pensem nessas mulheres com carinho fazendo com que seja de fácil acesso a compra de roupas estilosas e confortáveis.

Dedico essa reflexão à todas as mulheres plus size que desejam estarem lindas e felizes com suas roupas e langeries. Que cada uma possa encontrar-se amando-se do jeito que é vestindo seu melhor sorriso e suas roupas prediletas.


Simone Cândido: E se lhe restasse apenas um único dia...
14/05/2022 às 09:32 | Simone Luiz Cândido
E se, em um único dia, você tivesse que resolver todas as suas pendências. Será que iria ver seus pais? Irmãos, amigos, filhos? O tempo é muito curto. Talvez você precisasse mandar alguns recados via redes sociais... assim poderia deixar uma lembrança sua para mais pessoas. Talvez gravasse algum áudio para que se lembrassem da sua voz. Ou quem sabe um vídeo genérico? Mandaria para todos colocando todo seu amor e carinho.

E aquela pessoa que te magoou e você não teve coragem de voltar a conversar? Talvez mandasse um recado, um pedido de reconciliação? Demonstrasse a importância dessa pessoa em sua vida e no seu crescimento.

Nossa! Já é hora de almoçar o tempo correu muito rápido, não deu para fazer muita coisa. Você chega em casa e resolve almoçar com sua família, olha cada um deles nos olhos diz o quanto os ama. Sorri feliz em ter uma família tão especial, enquanto tantos apenas sonham ter.

Ainda faltam algumas pessoas que você precisa dizer o quanto são importantes para você. E agora tens só mais 12 horas para você que nunca mais voltarão. Ainda dá tempo para dizer eu te amo, você é especial para mim, nas horas difíceis você me ajudou, lembrei tanto de você no dia de hoje, entre tantas coisas que poderia dizer.

Talvez você tentasse entrar em contato com o máximo possível de pessoas para que te sintas importante e saibas que serás eternizado em seus corações. Diria vivi com vocês a experiência mais maravilhosa que alguém pode ter, aprendi com cada um de vocês um pouco daquilo que hoje sou. Gratidão por todo aprendizado.

Falta pouco para terminar o único dia que lhe resta e já são 20h. E agora o que fazer? Jantar com alguém especial? Seus pais, irmãos? Alguém que faz muito tempo que não vê? Sentir o amor dos que o rodeiam aproveitar cada segundo desse dia.

São 21h e você está num restaurante jantando com pessoas especiais. Sorri novamente, agradece por estar com eles pede sua comida preferida. Uma noite perfeita regada de maravilhosas conversas sorrisos, boas companhias...

No final desse dia você descobre o quanto perdeu de tempo deixando de dizer que ama as pessoas, que sente falta de um amigo que nunca mais conversou. Que deixou de visitar seus pais por que já estão idosos e sempre falam as mesmas coisas e você já estava cansado de ouvir lamentações. Ah! Quanta saudade se tem de nossos pais que já partiram para o plano espiritual. Sabemos o quanto gostaríamos de ouvir suas histórias novamente. Daríamos tudo para sentir seu abraço caloroso e ouvir sua voz.

O tempo correndo e você para diz para Deus: "Será que consegui cumprir minha missão? Será que fiz tudo o que pude para ser melhor”? Então você percebe que passou a vida inteira dizendo não ter tempo, mas na verdade você não tirava tempo para as pessoas, você não priorizava. Escolhia apenas poucas pessoas para o convívio e nos planos de Deus estavam tantas pessoas maravilhosas as quais você deixou de lado, alegando falta de tempo.

Quanta riqueza de amizades você perdeu, quanto afeto desperdiçado. Quanto tempo perdido com coisas bobas você perdeu. Analisando essa pergunta para Deus você vê muitas coisas a serem mudadas em você mesmo, ser mais paciente, estender a mão ao outro que sofre tantas dores sejam elas físicas ou psíquicas e até espirituais. Quantos sofrem as dores das partidas e o que fazemos? Escrevemos nas redes sociais apenas um sinto muito, meus pêsames? E o depois quando vem o vazio será que tiramos um tempo para dizer algo dar um apoio, dizer amigo mesmo aqui de longe, se precisar estarei aqui para te escutar.

E de repente você acorda um tanto quanto assustado, era apenas um sonho esse seu único dia, você senta a beira da cama, respira fundo e diz para si mesmo: “A partir de hoje irei repensar minhas atitudes, minhas prioridades, meus verdadeiros valores”.

O único dia pode ser qualquer dia desses em que vivemos, não sabemos o dia da nossa partida acordamos não sabemos qual será nosso último então que tal mudar isso? Começando hoje? Fazer a diferença. Refletindo nesse que seria nosso único e último dia, podemos mudar muitas coisas, planejar outras vivências. Dizer o quanto amamos as pessoas próximas de nós e também aquelas que não são próximas, mas estão presentes em nossas vidas.


Em 2019, após alguns estudos sobre fertilização, Raquel Bettiol Casagrande procurou um médico de confiança, buscando realizar seu sonho da maternidade. O médico lhe passou todas as informações necessária sobre os procedimentos que a medicina oferece atualmente.

Após o tratamento, óvulos foram coletados e fertilizados. Após cinco dias o laboratório, dois embriões estavam em pleno desenvolvimento e foram implantados. Assim seguiu e os dois bebês - uma menina que se chamam Giovanna e um menino Anthony Davi - nasceram no dia 15 de novembro de 2021.

“Confesso que é misto de sentimentos, a alegria, a felicidade que essas crianças representam na minha vida não tem nada maior, mas junto a isso vem o medo de não dar conta da missão, a preocupação de todos os dias se estão bem, a preocupação com o futuro e se conseguirei dar uma boa educação a eles, ficar longe é tortura e a saudade é grande. Um dos momentos que mexeu muito foi chegar com eles do hospital. nasceram de 37 semanas em decorrência de uma restrição no fluxo do cordão do Anthony Davi, eram muito pequenos e frágeis. porém no hospital eles eram monitorados a todo instante pelas enfermeiras", indica Raquel.

"Em casa, agora seria por minha conta e isso assustou um pouco. Cada dia que passava era como ganhar um prêmio, me sentia vencedora, por ter conseguido mais um dia, e ver que estava tudo bem. Claro que não estava sozinha, minha mãe Clarice sempre ao meu lado e sempre que precisei as dindas estiveram à disposição", completa.

Aos poucos Raquel foi acostumando com a nova rotina e aquela forma mecanizada de lidar com essa novidade de ser mãe. Tudo começou a fluir mais naturalmente porque mãe e bebês passam a se conhecer melhor, passou a identificar cada necessidade deles. Não precisava mais ficar me policiando para não esquecer de nada. O medo de não acordar a noite foi substituído por um sensor que nunca desliga e a qualquer movimento já acorda. Quando falavam acreditava que isso seria impossível, mas mãe é assim mesmo.

A recuperação do parto se deu bem, eles foram desenvolvendo super bem, houve o período das cólicas que foi o mais desgastante, mas tudo passa muito rápido. Logo já veio a fase do sorriso, fase de pegar as coisas, balbuciar algumas coisas. É uma linda fase onde se tenta identificar a formação de palavras, identificam as vozes de algumas pessoas. Toda semana é uma nova descoberta, Giovanna e Anthony Davi já estão com cinco meses na fase de querer ficar sentados e o incomodo na boca se preparando para o surgimento dos dentes.

Ser mãe de um bebe é desafiador, de dois ao mesmo tempo exige muito mais paciência, resistência física e emocional. É maravilhoso e divino, mas a preocupação é dobrada, o tempo fica mais limitado, demanda muito mais tempo na hora de sair de casa, demanda ajuda constante de uma segunda pessoa para uma ida ao médico, para um passeio, e até mesmo em casa para dar conta dos afazeres. enquanto um dorme é hora de fazer a função de trocar, alimentar, acalentar, fazer o outro dormir. Quando este se acomoda, o outro já está abrindo os olhos e segue toda a função de novo e assim segue por todo o dia. É dedicação 24 horas por dia e as vezes mal se consegue um banho, uma alimentação adequada.

Com retorno ao trabalho, foi necessário deixar na escolinha, mas com a mudança do clima, os resfriados também chegam e pra preservar as demais crianças, os bebês em casa e o trabalho ficou com a avó. exaustivamente e amorosamente ela tem cuidado dos dois. Por uma semana Raquel contou com a ajuda de uma pessoa, mas a questão financeira com dois bebês também é um desafio. Precisam de roupas, de remédios, de consultas... tudo é dobrado. tudo que você precisa para uma criança, neste caso deve ser multiplicado. E para uma mãe solo, que optou por não contar com a ajuda de um pai, isso é um grande desafio também.

Para a avó, Clarice, não tem explicação o que é ser avó. "Ser mãe é bom ser avó é muito mais. Não existem palavras que possam descrever a real sensação de ser avó o quanto me fez bem. A felicidade toma conta da gente, meus netos encheram a casa de alegria, quando não estou atendendo um, atendo o outro. Eles acordam dão o sorriso, já ganhou meu dia com o sorriso e o olhar deles. Eles transformaram a minha vida, é tudo de maravilhoso ter eles conosco. Não é fácil pois são dois, mas é maravilhoso. Me motivam todos os dias me são forças pra seguir em frente.”



Dona Clarice tem um papel fundamental na vida dos netos e da filha Raquel, pois, nos bastidores é ela quem dá o maior suporte. As dindas estão sempre presentes e a disposição quando precisam de algo, o tio de Raquel Adejaime e Angelina sua esposa, levaram o título de avós do coração, estão em constate preocupação e sempre presentes em não falta amor e apoio. Os amigos também se fazem presentes e atuam com muito carinho com a família. O amor é uma importante ferramenta para superação os dias mais difíceis.

“Quando tomei minha decisão de fazer a FIV, um dos meus maiores receios era sobre como meus avós aceitariam essa novidade, já que eram pessoas mais idosas, de uma cultura e costumes mais tradicionais em relação a filhos e casamento. Optar por ser mãe solo me preocupou sobre como encarariam a situação. Para minha surpresa, tive todo amor e apoio. Da parte de minha mãe as crianças tem o casal de bisavós vivos e da parte do meu pai apenas o bisavô. Este, sempre que pode estar aqui pra ver as crianças. Tem tanto amor e admiração que nos emociona. Os bisavós maternos ficam maravilhados quando levo as crianças, são a realização da vida deles também. Percebo que quando chego com as crianças é como se toda a casa se enchesse de amor, é nítido como eles mudam quando estão em contato com as crianças. Sou grata por Deus me permitir dar a eles essa alegria em vida. Já são bem idosos, entre 85 e 90 anos, e quero que aproveitem essa alegria cada momento possível.”

Esses meses tem sido de total realização. Era um sonho que foi amadurecendo e a cada passo, com muito amor e cuidado, o sonho de ser mãe foi realizado. Anthony Davi e Giovanna são um sonho, que passando por cima de todos os medos e desafios, se realizou.

“Olho para o passado e não me reconheço na pessoa e vida antes da maternidade. Ser mãe preenche todos os espaços da casa, da vida e do coração. Ser mãe é a sensação mais linda da vida! e sonhar isso e ver realizando todos os dias faz você se encher de orgulho força e determinação todos os dias pra ser o melhor para esses dois bebês que Deus mandou para mim.”

Com essa inspiradora história de vida, um feliz Dia das Mães!


Simone Luiz Cândido é voluntária na causa adoção de crianças e adolescentes; já participou de três antologias com suas crônicas, além disso, ama escrever reflexões sobre a vida cotidiana, eternidade, amor e convivência.