Canal Içara

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03 de junho de 2020 - 13:13
Você está preparado para crescer?
18/12/2019 às 08:20 | Deinyffer Marangoni
Chegamos no último conteúdo do ano! Na próxima terça-feira já é véspera de Natal e, na outra, preparação para o Ano Novo. Nada mais propício para fechamento das metas do ano, avaliação dos objetivos alcançados e também daqueles que ficaram pendentes, além de todo aquele clima de planejamento, promessas e novos objetivos para 2020, sendo a maioria destes visando crescimento profissional ou pessoal. Juntando tudo isso, eu te faço uma pergunta: “Você está preparado para crescer?”.

Eu pergunto isto porque estou vivenciando exatamente isso e me deparei justamente com esta pergunta, entre eu e o meu eu interior. Eu só vou conseguir crescer na minha carreira quando tiver alguém preparado para assumir o meu lugar. De nada adianta eu colocar nos meus objetivos pessoais para o próximo ano em subir de cargo, me especializar em minha área, nas áreas que quero crescer e/ou nos cargos que quero conquistar, se eu não treinar alguém da minha equipe para estar completamente competente, seguro e confiante em estar na minha função e no cargo que ocupo hoje. As oportunidades já estão surgindo, o recado foi dado, agora é arregaçar minhas mangas e treinar, ainda mais, a equipe.

Eu ouvi um gerente de uma cooperativa de crédito há duas semanas atrás, em que estávamos falando exatamente disso, e ele me disse: “na cooperativa todos os colaboradores fazem 70% do seu trabalho e 30% do cargo acima do seu. Assim uma pessoa do caixa estará no caminho para assumir uma gerência da agência, bem como este gerente estará preparado para assumir uma gerência regional, ou um cargo na Diretoria”, e pra mim fez todo o sentido.

É por isso que vemos pessoas de 2, 3 ou até 10 anos em uma única empresa, mas sempre no mesmo cargo e função. Talvez ela mesma não queira crescer, pode até acontecer. Porém, em mais de 80% dos casos, se ouve: “nunca me deram a oportunidade”.

Crescer no mundo profissional é muito mais que conhecimento, que relacionamento e que traçar objetivos. É também preparar o terreno, colaborar com o seu próximo, ter senso de equipe e treinar alguém que ocupe o seu lugar, fazendo até melhor do que você já tem feito.

E aí, vamos crescer juntos em 2020?


EVENTOS:
@ ADEQUAÇÃO À LGPD: primeiros passos e técnicas de conformidade, 13 de janeiro de 2020, em Criciúma;


Proposta de valor: qual é o seu diferencial?
10/12/2019 às 21:45 | Deinyffer Marangoni
Esteja você olhando para você mesmo ou para sua empresa, uma coisa deve ser clara: todos têm (ou deveriam ter) uma missão, um propósito e um diferencial. Tudo isso está ligado a uma única pergunta: “E se você não existisse, o que as pessoas (ou seus clientes) fariam sem você (ou sem a sua empresa)?”.

É neste momento que descobrimos qual é o nosso diferencial. Parece uma coisa louca, ninguém quer pensar na morte, ou de não estar presente, mas esta é mais uma prática que aprendi no RD Summit 2019 e que fez todo o sentido (pelo menos pra mim) na semana passada.

Não sei se você que está lendo agora acessou minha coluna aqui no Canal Içara pela primeira vez, ou se é meu leitor assíduo (gratidão, se você for <3), mas quero salientar que esta coluna de Empreendedorismo e Inovação é semanal, todas às terças-feiras. Por uma série de razões profissionais, tanto na Associação Empresarial como na faculdade em que estou como docente, não consegui terminar a tempo meu conteúdo para publicar na terça-feira passada. Logo, vieram algumas mensagens no WhatsApp de meus amigos próximos: “Envia o link da notícia de hoje”; “Não saiu a matéria ainda?” e por aí vai.

É no momento que estamos ausente que nossa família, amigos, nosso chefe, nossos clientes e todos que temos alguma relação percebem o valor e a relevância que temos, e é este o diferencial que devemos, cada vez mais, comunicar quando estamos presentes na vida de cada um. A partir do momento que seu propósito está claro para você, passará a estar claro para todos. Se seu diferencial for percebido, seus objetivos serão alcançados.


NOTÍCIAS DA SEMANA:
#1 NotCo, chilena que conquistou Jeff Bezos, lança sorvete no Brasil;
#2 Novas tecnologias digitais aumentam produtividade de empresas;
#3 Esta startup já "devolveu" mais de R$ 130 milhões a clientes;
#4 Softbank abre café em que robôs Pepper são os atendentes;
#5 Startup Lilium planeja lançar frota de táxis-aéreos em 2025;


EVENTOS:
@ Evento Encerramento PEC 2019 - SATC, 12 de dezembro, em Criciúma;
@ ADEQUAÇÃO À LGPD: primeiros passos e técnicas de conformidade, 13 de janeiro de 2020, em Criciúma;


Como as pessoas querem consumir conteúdos em 2020?
26/11/2019 às 10:24 | Deinyffer Marangoni
Quem hoje em dia não está conectado a pelo menos uma rede social? Eu dúvido que você não procura no Google ou não pede opiniões/recomendações em grupos de WhatsApp ou Instagram sobre algum produto ou serviço, antes mesmo de ir às lojas físicas. Pois é, este é o mundo cada vez mais conectado, e mais que isso, cada vez mais segmentado em grupos, em “tribos”, em sociedade.

Antigamente, as empresas jogavam um anúncio na internet e atingiam um grande número de pessoas. Era só impulsionar no Facebook ou enviar um e-mail marketing. Hoje, com as pessoas mais seletivas, devido ao elevado número de conteúdos que recebem todos os dias, e, consequentemente, com a evolução dos algoritmos, é muito mais difícil converter os “leads”, ou seja, aquelas pessoas que demonstraram interesse em seu produto ou serviço, mas que ainda estão buscando outras soluções e não compraram.

Para se blindar de tudo isso e otimizar o que recebem, as pessoas se fecharam em grupos. O pensamento é: “Quero receber somente conteúdos relevantes e o que realmente me interessa”. É por isso que estamos em um grupo de WhatsApp e, se ele virar muito merchandising ou besteirol, logo saímos, é por isso que assinamos determinada newsletter ou estamos inscritos em algum canal do YouTube, e por aí vai.

Para atingir seu público, as empresas estão investindo altíssimo para descobrir a jornada de compra de seus potenciais clientes (se você não sabe o que é essa jornada, eu explico neste post) e, então, lançarem conteúdos relevantes. Foi aí que surgiram os e-books. Inicialmente foi uma grande febre, muitos conteúdos de altíssima qualidade e, que no final, convertiam muitos leads. Porém, todo mundo começou a fazer (e de qualquer jeito, apenas pensando na conversão e não na entrega de conteúdo efetiva) e saturou o formato, tanto seu quadrinho na foto de capa deste post está vazio.

Explicando os quadrinhos e fechando este conteúdo com as tendências do marketing digital para 2020, eu estava no RD Summit 2019, que já comentei nos últimos dois post aqui, e lá tinha este painel em um paredão do evento. A pergunta era: “Qual formato de conteúdo você mais gosta?”. As pessoas então pegavam os adesivos de bolinha e colavam nos quadrinhos de mídias sociais que mais gostavam de consumir conteúdos. Claro que a resposta é apenas uma amostragem, mas, considerando que este é o maior evento de marketing e vendas da América Latina, com 12 mil presentes totalmente engajados em transformação digital, é quase indiscutível que devemos considerar este resultado como uma tendência para o próximo ano.

Traduzindo as bolinhas, estão em alta: podcast, vídeos e postagem no Instagram. Post em LinkedIn e Blogs ainda tem seus espaços. Os e-mails marketing e newsletters estão retomando o crescimento, desde que segmentados e, cada vez mais, personalizados. Em uma crescente também estão os Webinar, que é um seminário online em vídeo, gravado ou ao vivo, e que geralmente permite a interação da audiência via chat. Estão em baixa os posts em Facebook (a não ser que seu público-alvo seja acima dos 50~60 anos), o Telegram (devido ao pouco diferencial apresentado diante do WhatsApp), o e-book vem perdendo força e, por incrível que pareça, o WhatsApp também não apresenta um “boom”, mas o aplicativo de mensagem vai na mesma onda dos e-mails, mensagens cada vez mais personalizadas e atendimento instantâneo, principalmente com o uso de Chatbot.


NOTÍCIAS DA SEMANA:
#1 Uber Comfort, opção de viagens sem conversa, chega ao Brasil;
#2 TikTok: a rede social chinesa que já hipnotizou 1,5 bi agora atrai desafetos;
#3 ‘Queremos ser protagonistas da indústria 4.0 no Brasil’, diz presidente da WEG;
#4 SoftBank investe R$ 580 milhões na VTEX, de comércio eletrônico;
#5 Confira tudo o que rolou no Festival de Inovação e Cultura Empreendedora 2019;

EVENTOS:
@ Palestra para MEIs: Aumente suas Vendas com Criatividade, 28 de novembro, na ACII;
@ 2° Fórum Empresarial Extremo Sul Catarinense, 04 de dezembro, em Sombrio;
@ Palestras e cursos de final de ano ACIC - Criciúma;


As pessoas querem resolver os problemas delas
19/11/2019 às 11:05 | Deinyffer Marangoni
Você leu o título e, por curiosidade, clicou para ver o conteúdo? Leia o título novamente, com calma, para aí sim entender este conteúdo. Eu sei que muitos nem vão chegar até aqui, pois APENAS 20% das pessoas leem o conteúdo e 80% lêem só o título. Não sou eu que estou falando. Assisti isto em alguma das palestras no RD Summit 2019, assim como este título, que retirei de algum dos slides e o compilamento deste conteúdo (veja mais da minha experiência no evento aqui).

Todo mundo tem problemas, pessoas, empresas, clientes, fornecedores… é lógico que este conteúdo não é de auto-ajuda, a não ser que você queira realmente melhorar o desempenho da sua empresa, do seu setor ou de seu marketing pessoal mesmo. Para isso, no mundo empresarial, devemos pensar primeiro no cliente. “Ah, Deinyffer, que baita clichê!”, mas calma, eu (como bom ariano) também sempre me coloco em primeiro lugar e quero apenas te ajudar a mudar a ótica das situações, e que, no fim, será tudo direcionado a você da mesma forma.

Uma coisa é fato, e por isso que sugeri ler o título novamente, ninguém te procura ou procura a sua empresa apenas porque você é legal. Todo mundo, exatamente, generalizando mesmo, todo mundo te procura para resolver um problema próprio. O seu produto, o seu serviço e até a sua amizade, somente são válidos se resolverem o problema de alguém. Não vou entrar no mérito da expressão “pessoas interesseiras”, porque não vem ao caso, não é esta linha que se desenvolve no empreendedorismo. A grande questão é ter uma relação genuína, com propósito, com causas em comuns e com relações transparentes.


Mas como aplicar isso na empresa?

Vamos ao primeiro ponto: tudo começa com a sua missão. Qual a razão de sua empresa existir? Qual o propósito dela? Para você, sendo o proprietário ou o colaborador, faz sentido o que esta empresa te proporciona? Está ligada com seus propósitos? Quando a missão de cada uma das partes dentro da empresa estão claras, fica fácil ter uma visão/perspetiva de futuro e mais claro ainda a cultura organizacional.

O ponto dois é entender como uma empresa cresce. Todo mundo sabe que é vendendo mais e conquistando mais clientes, mas sem esquecer dos já conquistados. Esta é a fórmula mágica das moedinhas no caixa. Para isso, há uma série de objetivos e as temidas METAS para cumprir. É neste ponto que eu queria chegar. Você já parou para perceber que toda meta está diretamente relacionada com o crescimento da sua empresa?

É aí que está a grande sacada de empresas que crescem exponencialmente. Elas pararam de pensar em si, elas começaram a pensar diretamente na resolução do problema dos clientes delas. Todas as metas são focadas no cliente, não em resultados da empresa, porque o dinheiro em caixa é consequência da experiência de seu cliente, e não ao contrário. Deixa eu dar um exemplo para ficar mais claro:

A sua empresa precisa aumentar o lucro. Para isso, foi definida uma meta: 10% de aumento da receita até final de 2019. A empresa investiu em marketing, capacitou os colaboradores em vendas e atendimento, definiu premiação por resultados alcançados (o que motiva qualquer equipe), investiu na vitrine e fez toda a “receita de bolo”. No final das contas até pode vir o resultado, e a tendência é que venha, ou não. Mas este resultado poderia ser ainda maior, para não dizer extraordinário, se todo este investimento fosse feito para entender três questões: por que que o cliente veio até minha empresa? Qual é o problema que ele quer resolver? Como eu posso ajudar? Além do mais, não precisa de tanto investimento para entender estas perguntas-chaves, treinar a equipe para questionar seus clientes já é suficiente. E, até porque, nem toda empresa tem recursos “sobrando” para fazer todas estas ações que comentei no exemplo.

Para fechar:

A visão de crescimento é aquela centrada (de fato) no cliente. Pare de pensar em metas, investimentos e ações voltadas para a sua empresa. Lembre-se, você mesmo só procura investir seu dinheiro para resolver seus próprios problemas. Seus clientes também são como você.


NOTÍCIAS DA SEMANA:
#1 Antes realeza do aço, Thyssenkrupp vende ativos para sobreviver;
#2 Magazine Luiza anuncia novo modelo de loja para seu cliente mais importante: o “analógico”;
#3 Coca-Cola Brasil busca startups para Experiência Omnichannel e PDV do Futuro;
#4 Na Black Friday, varejo estima faturamento de R$ 3 bilhões;
#5 Antes de união com Natura, Avon tem mais de 600 tarefas de transformação;

EVENTOS:
@ Workshop de Prototipação, 19 de novembro, na SATC;
@ Café 360°: Capitalismo Consciente e Educação em Gestão, 22 de novembro, na ACII;
@ Palestra para MEIs: Aumente suas Vendas com Criatividade, 28 de novembro, na ACII;


Eu sou um apaixonado por eventos empresariais. É muito conteúdo, networking, novas ideias, motivação e aquela coisa toda de quem participa de eventos assim. Já participei do lendário Elevation Summit (até hoje não entendi o porquê de não ter rolado mais - alô Blueberry Marketing!?), de três edições da ExpoMais, de duas ExpoGestão em Joinville, organizei dois SEI - Seminário de Empreendedorismo e Inovação (aqui mesmo em Içara), algumas semanas acadêmicas no currículo (tanto como aluno e - agora - professor), e, na semana passada, tive a oportunidade de participar do RD Summit, que rolou nos dias 6, 7 e 8 de novembro, em Florianópolis, mais precisamente no Centro Sul.

A chancela de “O MAIOR EVENTO DE MARKETING E VENDAS DA AMÉRICA LATINA”, ao meu ver, era só jogada de marketing da Resultados Digitais, organizadora do evento. Tenho a humildade de dizer que “mordi minha língua”. O evento não só é o maior, com 12 mil pessoas (sim, isso mesmo, DOZE MIL), mas também é, disparado, o melhor.

Ao longo dos próximos artigos aqui no Canal Içara, compartilharei um pouco de cada palestra, conteúdos e insights que vi. Enquanto isso, neste primeiro post sobre o evento, quero contar toda minha experiência.

Para começar, fui na palestra do Denis Braguini Bevacqua, nada mais nada menos que a cabeça do RD Summit, que contou um pouco dos bastidores de como organizar o evento. Ele não se inspira em eventos empresariais, que é seu segmento. A Resultados Digitais faz benchmarking com o Lollapalooza, Coachella e até com o Rock in Rio. Não só o bench com o Rock in Rio, como também parte de sua estrutura é a mesma do evento carioca (tendas, sonorização, iluminação e até a famosa roda gigante). Já deu para imaginar um pouquinho de como é um evento empresarial no melhor estilo festival de música? Não? Então confira abaixo parte da abertura do evento (isso nos três dias):


Antes da banda, o RD abre com este vídeo (clique para assistir) sobre o evento e a motivação de estar ali. Após, entram os cerimonialistas, Maria Paula - ex integrante do Casseta & Planeta (que eu era super fã na infância) e Márcio Ballas - Os Barbixas, e fazem a abertura oficial do evento. Se eu tietei? Claro que sim :)



Falando de estrutura, além do auditório principal (Plenária), com capacidade para 5 mil pessoas, haviam outras três tendas, três auditórios e o espaço (palco) praia, que rolava painéis de debate e onde também acontecia o happy hour de encerramento de cada um dos dias. Duas das tendas eram patrocinadoras pelo projeto Greenpeace, uma organização não governamental mundial de campanhas que age para mudar atitudes e comportamentos, para proteger e conservar a natureza e promover a paz. Confira abaixo algumas fotos:



Sobre os palestrantes, nesta edição teve a Maísa (do SBT), Aaaron Ross, que é autor do best-seller Receita Previsível, Gary Vee, que foi quatro vezes escolhido melhor autor de best-sellers reconhecidos pelo New York Times e um dos palestrantes mais requisitados internacionalmente. Além destes, teve também o vice-presidente de experiência do cliente da Vivo, Andrea Iorio (diretor da L´oreal Brasil) e a atriz global Denise Fraga.

Sobre experiências, além da estrutura e palestras, tinha uma quitanda com frutas fresquinhas à disposição (gratuita) dos participantes, tinha o espaço Café Cultura, barbearia, RD Summit Tatto, uma sala de jogos com vídeo games e fliperamas, dezenas de ambientes instagramáveis (leu meu post na semana passada falando sobre?) e, para fechar tudo com chave de ouro, um show surpresa da banda Skank.

Agora me diz você: tem como não se surpreender com todas estas experiências? =D

Espero que você também possa ter a oportunidade de ir ao RD Summit pelo menos uma vez na vida. Eu, se puder, não quero perder mais nenhum (rsrs). O próximo? Já tem data marcada: 28, 29 e 30 de outubro. Não deixe para a última hora, a pré-venda esgota rapidinho!


NOTÍCIAS DA SEMANA:
#1 Startups fazem disparar ações na Justiça contra companhias aéreas no Brasil;
#2 Adolescente cria solução genial para acabar com pontos cegos nos carros;
#3 O jeito de vender já não é o mesmo. Descubra qual é o novo;
#4 Black Friday do Alibaba vende US$ 23 bi em 9h, e mira o Brasil;
#5 Rock Content anuncia primeira compra de startup e está de olho em IPO;

EVENTOS:
@ Workshop Leis, Regras e Patentes - Cocreation SATC, 12 de novembro, na SATC;


Deinyffer Marangoni é formado em Administração, atua como executivo da Associação Empresarial de Içara e docente na Faculdade do Vale do Araranguá.