Canal Içara

Canal Içara

03 de junho de 2020 - 13:57
Vejo muitas empresas reclamando que as vendas estão fracas, que tem muito concorrentes no mercado, que os investimento em marketing não estão dando resultados e por aí vai. Muitas dessas empresas ainda focam na venda como a principal atividade do setor comercial. Mas, Deinyffer, isso não é óbvio? Era, até poucos anos atrás.

Quando a equipe comercial sai com o foco em vendas, ela bate de porta em porta e tenta vender para todo mundo. Quem tenta vender para todo mundo, tenta achar alguém, qualquer um, que, no fim, acha ninguém! Com tanta informação e concorrência, está cada vez mais difícil vender, ou o cliente perceber que algum problema dele realmente irá se resolver com o seu produto ou serviço, ou nem irá atendê-lo, pois de porta em porta ainda tem muita gente batendo.

Atualmente a venda é mais uma consequência de um pré ou pós-venda bem feito, isso porque todo o cliente segue uma jornada até a decisão de compra, ou seja, busca o maior número de informações (muitas delas na internet) e ouve o maior número de influenciadores possíveis, até realmente considerar o seu produto/serviço como uma possível solução.

A jornada do cliente em quatro etapas:

1) Aprendizado e descoberta: o cliente não sabe ou não tem certeza de que possui um problema ou que tem a necessidade de um produto ou de um serviço. É hora de chamar a sua atenção;

2) Reconhecimento do problema: o cliente pesquisa e tem acesso a informações que a ajudam a perceber a existência de um problema real. É hora de gerar necessidade;

3) Consideração da Solução: ao perceber que tem um problema, o cliente segue pesquisando soluções e passa a considerar aquela que melhor se encaixa na sua necessidade. É hora de fazer com que o cliente te enxergue como uma possível boa solução;

4) Decisão de Compra: no fim do processo o cliente analisa todas as opções e, enfim, chega a uma decisão: é o momento da compra. É hora de mostrar o porque seu produto/serviço tem o melhor custo benefício que o concorrente.

O setor comercial tradicional pensa apenas no último estágio, que a é decisão de compra do consumidor. Gasta-se (leia-se: desperdiça-se) muito tempo, dinheiro e quilômetros rodados para fechar este tipo de venda, pois há poucas (ou nenhuma) informações sobre o cliente, o que ele já sabe e/ou o que ele realmente busca.

Vamos a um exemplo bem tradicional: você sente uma dor estranha no peito. Você vai para o Google e começa a pesquisar sobre “dor no peito”. Com tudo, aparecem inúmeras possíveis causas, desde as mais simples ou até as mais graves, como infarto. Você começa a pesquisar os sintomas e verificar qual deles você possui. Mediante a isso, você começa a levantar possíveis soluções: a) esperar, pois é passageiro; b) fazer um chazinho caseiro, receita da vovó; c) se automedicar (o que é contra indicado); d) ir no médico/hospital. Considerando todas as possíveis soluções, você vai escolher aquela com melhor custo x benefício x resolução do seu problema.

Este acima é um exemplo simples, mas que todos os clientes passam por esta mesma jornada, e em qualquer tipo de compra, seja de produto ou serviço. Você e/ou a sua empresa está preparada para este tipo de venda? Inove em seus processos e venda mais e melhor, quebre seus paradigmas, mude seu mindset.


NOTÍCIAS DA SEMANA:
#1 Startup Wing anuncia serviço de entregas com drones nos EUA;
#2 Startup que mapeia o caminho mais rápido em São Paulo recebe US$ 10 mi;
#3 Softbank pode trazer cerca de 40 empresas para o Brasil; fará anuncio grande em 2 semanas;
#4 Como as empresas estão utilizando o Big Data para melhorar os resultados;
#5 Inteligência Artificial no RH: processos modernos podem ajudar empresas na gestão de despesas;

EVENTOS:
@ Cidades 2030: Economia Criativa 4.0 e ecossistemas de inovação, 24 de setembro, Forquilhinha;
@ Congresso FECAM - Inovação, sustentabilidade e eficiência na gestão pública, 24 a 26 de setembro, em São José, na Grande Florianópolis;
@ ExpoMais 2019, 25 e 26 de setembro, em Criciúma;
@ Cocreation SATC: Workshop Jogos e Criatividade, 26 de setembro, na SATC;
@ Encontro do ecossistema de inovação da região, 30 de setembro, na ACIC;
@ Startup Weekend Criciúma, 04 a 06 de outubro, na ACIC;
@ RD Summit 2019, 06 a 08 de novembro, em Florianópolis;


Na semana que vem, dias 25 e 26 de setembro, acontecerá a quarta edição da Expomais em Criciúma. É o maior evento sobre administração, marketing, inovação e sinergia do Sul Catarinense e um dos melhores do estado. Com tamanha importância, eu não poderia deixar de fazer uma matéria somente sobre este evento… mais que isso, quero compartilhar cinco motivos para você não perder este mega evento. Qual o meu embasamento? Participei das três últimas edições, assim como de outros eventos do mesmo segmento no estado.



Cinco motivos para não perder a Expomais

1) Equipe organizadora: o evento é um produto da cocriação entre instituições de ensino e entidades empresariais. Assim como nas edições anteriores, o evento é resultado da concentração de esforços dos cocriadores: Acic, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Criciúma, Esucri, Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) campus Criciúma, Satc, Sebrae, Senac, Senai e Unesc. Este ano, a Expomais recebe o reforço dos apresentadores – Nações Shopping e Sicredi – e conta com diversos apoiadores. Com a união de tantas organizações sérias e de renome na criação do evento, tem como ser menos do que você espera?

2) Programação e Conteúdo: dois dias de evento, oito palestrantes âncoras, painéis com apresentação e debate entre especialistas sobre temas convergentes, apresentação de cases e, ainda, o LabMais, onde você pode sair da sua zona de conforto e explorar novas ferramentas, metodologias e processos práticos. Rogério Salume, Founder & Chairman da Wine.com.br, Daniel Franco, Diretor de Inovação da DURATEX, Tomás de Lara, Cofundador e colíder do Cidades+B, são alguns dos palestrantes da Expomais 2019. Confira a programação completa.

3) Networking: ahhh, o velho e bom networking. Por ser um dos principais eventos do estado, estarão reunidos na Expomais 2019 empresários, empreendedores, profissionais e estudantes ligados à administração, marketing, inovação e sinergia de todo o Sul do país. Este é um dos fatos que mais me surpreendeu em edições passadas, pois raramente você vê os CEOs das grandes empresas em outros eventos de capacitação e negócios locais, a Expomais é realmente um evento que eles marcam em suas agendas!

4) Sociedade em transformação: este é slogan deste ano e, para complementar este motivo, deixo uma fala do curador de conteúdo do evento, Timóteo Paes de Farias: “O grande destaque da Expomais é trazer todos esses questionamentos enquanto sociedade, como tudo está cada vez mais rápido, se estudo ou se não estudo, se o trabalho vai acabar, se os robôs vão nos substituir. Ou seja, é desmistificar a tecnologia do momento atual. Entender que a tecnologia é meio e antes dela vêm as pessoas”.

5) Geolocalização: o último motivo poderia integrar várias outras nomenclaturas. A grande questão é: me diga um evento deste porte, com tantos conteúdos de alto nível nos mais variados conhecimentos de gestão, com um público tão conceituado e com um custo benefício tão acessível? Quem é do Sul de Santa Catarina, não precisa gastar com hotel, tem o custo de deslocamento, os riscos e transtornos de viagens reduzidos, além de se conectar com conteúdos e pessoas focados na nossa região. É realmente a melhor oportunidade e a mais próxima da sua casa, além de um investimento muito menor!

Este é um motivo bônus para você garantir de vez sua presença na Expomais 2019! Se você ou a sua empresa é sócia de alguma Associação Empresarial do Sul Catarinense, tá rolando um CUPOM DESCONTO exclusivo com R$ 130,00 off! Entre em contato com a sua ACI e solicite seu cupom. Para adquirir ingressos do evento, acesse: Ingressos Expomais.


NOTÍCIAS DA SEMANA:
#1 McDonald´s compra startup para automatizar pedidos de drive-thru
#2 Magazine Luiza, Casas Bahia, B2W e Americanas perdem R$ 5 bi com chegada da Amazon Prime
#3 Prefeitura de São Paulo lança projeto piloto para novos meios de pagamento de tarifa com cartão de débito e crédito
#4 Empresa de carteiras tem cachorro como CEO, salário igual para todos e iniciativas de impacto social
#5 Como Waze foi de startup a gigante — e por que o Brasil é tão importante

EVENTOS:
@ Meetup – Desbravando o mundo do desenvolvimento de software, 17 de setembro, em Criciúma;
@ Apresentações que impactam, 17 de setembro, Plurall Coworking;
@ Bootcamp – Como validar um produto? Prototipa!, dia 20 de setembro, na UNESC;
@ ExpoMais 2019, 25 e 26 de setembro, em Criciúma;
@ Startup Weekend Criciúma, 04 a 06 de outubro, na ACIC;
@ RD Summit 2019, 06 a 08 de novembro, em Florianópolis;


Detox Digital: você também precisa fazer um?
10/09/2019 às 11:26 | Deinyffer Marangoni
É muito engraçado como o smartphone nos conecta. Ao mesmo tempo que temos tudo nas palmas de nossas mãos, estamos cada vez mais distantes das pessoas (ou estávamos). Quais são as três primeiras coisas que você faz quando acorda? E quando vai dormir? Muitos de vocês nem precisaram chegar na terceira opção para ver que a checagem das notificações no celular é uma das principais atividades do seu dia, tanto quando ele começa, quanto quando termina, muitas vezes devido ao trabalho, outras por puro lazer e o prazer das redes sociais.

Este mundo ultraconectado fez surgir uma expressão (que muitos já tratam como doença): FOMO. O significado da sigla é Fear of missing out e pode ser traduzido como “medo de perder”. Basicamente, é uma apreensão generalizada de que os outros possam ter experiências gratificantes das quais você está ausente. Essa ansiedade social é caracterizada pelo desejo de permanecer continuamente conectado com o que os outros estão fazendo.

Você também fica apreensivo se não estiver conectado? Sempre falta tempo para você e suas atividades, que chega até estressar? O que acontece se o seu celular não vibra de tempos em tempos? E se acabar a bateria do celular, mas você esqueceu o carregador em casa, como será o seu dia? Será que você também precisa de um “Detox Digital”?

Eu me via neste mundo, cada vez mais atividades e responsabilidades para dar conta. Parando para analisar, passava mais de cinco horas diárias conectado ativamente no celular, fora o tempo perdido com as notificações, que eu até não abria na hora para ver, mas só o fato de o celular vibrar no bolso da minha calça, já me desconcentrava e vinha aquela ansiedade. Quanto mais pessoas eu respondia no WhatsApp, mais atividades acumulavam. Sim, era o tal do “FOMO”. A solução? Detox Digital!

Não é do dia para a noite que se consegue se ver livre de tudo isso. É um processo de desapego, como se fosse uma dieta, só que de internet. Primeiro tira as notificações do Facebook, depois do Instagram, mais difícil ainda é tirar as notificações do WhatsApp e por aí vai… Aos poucos você também consegue, principalmente depois de ver os benefícios, que são quase que imediatos. Não é a toa que a Apple me envia um relatório semanal do meu tempo de uso no smartphone (que vem diminuindo a cada semana, amém!), que o Instagram ocultou a visualização das curtidas (que caiam drasticamente nos diversos perfis), que um dos episódios da última (até então) temporada de Black Mirror trata de um retiro espiritual longe das redes sociais e por aí vai.

A inovação, a tecnologia, a internet das coisas que está vindo aí (iOT) é tudo muito fascinante e tende melhorar a nossa qualidade de vida, desde que do modo correto e com mínimo impacto dos efeitos colaterais.


NOTÍCIAS DA SEMANA:
#1 Marca criciumense participa do programa Shark Tank Brasil;
#2 Governo japonês fará testes com 100 carros autônomos em Tóquio;
#3 iFood recebe mais de 7 pedidos a cada segundo no Brasil;
#4 Nike as a Service: porque uma assinatura de tênis para crianças é o início da transformação do modelo de negócios da Nike;
#5 Inteligência artificial e robôs vão exigir novos treinamentos de mais de 120 milhões de pessoas;

EVENTOS:
@ Palestra: Caçadores de Bons Exemplos, 10 de setembro, na ACIC;
@ Workshop Benchmarking de Competidores - Cocreation SATC, 10 de setembro, na SATC
@ Dazideia Meetup Criciúma, 11 de setembro, na UNESC;
@ Big Data: a importância para os Negócios, 12 de setembro, no SENAC - Criciúma;
@ ExpoMais 2019, 25 e 26 de setembro, em Criciúma;
@ Startup Weekend Criciúma, 04 a 06 de outubro, na ACIC;
@ RD Summit 2019, 06 a 08 de novembro, em Florianópolis;


Estava em uma turma de faculdade na qual estou como docente. A matéria era Gestão Criativa. Após debate com os alunos sobre os novos modelos de negócios, fiz a seguinte pergunta: quem aqui sabe o que é uma startup? Para a minha surpresa, de 25 alunos, apenas 4 levantaram a mão. Isso representa 16%!

Não vou levantar os possíveis motivos de um índice tão baixo (pelo menos na minha visão), pois não é o foco desta publicação, mas este fato me despertou um alerta: será que este também é um retrato da sociedade? E, pensando nisso, resolvi esclarecer este termo, pois você pode até não saber muito bem o que é, mas certamente já ouviu algumas vezes - e vai ouvir cada vez mais.

Vamos dividir o termo e traduzir livremente: Start (significa iniciar) + Up (para cima). Parece algo sem nexo, com pouca conexão, entretanto, após você entender este mundo, você verá que faz todo o sentido. Uma startup, então, é uma empresa que está em seu início (ou iniciando) e tende a crescer. Vamos dividir em três pontos, para você entender melhor:

1. Rápido Crescimento: muitos erros, muito conhecimento e poucos acertos, mas, do dia para a noite, estas empresas podem dobrar sua base de clientes, seu faturamento ou até virar um unicórnio (termo para startups que ultrapassam 1 bilhão de dólares). Isto só é possível pela equipe altamente multidisciplinar que trabalha no projeto e pelos diversos mentores, que dão todo o apoio no momento de incubar (iniciar) uma ideia, acelerar ou escalar (scale up), ou seja, é uma cultura e um mindset (modo de pensar) totalmente diferente do que conhecemos em empresas tradicionais.

2. Replicável e escalável: a empresa só irá ter um rápido crescimento se for possível replicá-la para outras pessoas, regiões, países, mercados e etc., a grande virada é conquistar o maior número de consumidores no menor espaço de tempo. Parece algo impossível, mas com tecnologia, pesquisas e algumas ferramentas (certas) isso se torna cada vez mais tangível.

3. Inovação: o mais “óbvio” dos pontos pode não ser tão óbvio assim. A grande questão aqui não é inventar algo do zero, que não existe, mas sim aprimorar ou melhorar um negócio já existente, focado na experiência do consumidor. Nem sempre uma startup está enraizada a um produto/serviço tecnológico, embora represente a grande maioria.

Agora que você já conhece o significado de startup, vamos desmistificar outro ponto. Claro que a gente tem como referência o Uber, Airbnb ou Netflix, que eram pequenas startups que cresceram absurdamente. Mas há muitas statups no Brasil: NuBank, Gympass e Creditas, como exemplo. Já em Santa Catarina, a capital Florianópolis é considerada a “Ilha do Silício”, fazendo referência ao Vale do Silício nos Estados Unidos, onde estão situadas as maiores empresas de tecnologia do mundo.

E aqui no Extremo Sul também temos algumas startups, algumas já mais avançadas, como a içarense Portabilis e a criciumense Simples Dental, outras em crescimento acelerado, como a Chawork, e outras ainda iniciando a trajetória, como a Colméia X. Se você não acompanha esta transformação, recomendo ficar de olho, as startups já provaram que não são uma tendência passageira, da moda, elas vieram para ficar e mudar a forma como enxergamos o mundo.

NOTÍCIAS DA SEMANA:
#1 Facebook inicia testes para ocultar número de curtidas da plataforma;
#2 Google abre programa para startups em crescimento fora de São Paulo;
#3 Empresas se aliam a startups para ganhar mais agilidade;
#4 Startup cria plataforma para imprimir apostilas para estudantes de graça;

EVENTOS:
@ Como o varejo tem usado a tecnologia para gerar mais vendas, 03 de setembro, na ACIC
@ Workshop DPI Canvas - Cocreation SATC, 03 de setembro, na SATC;
@ Workshop de Prototipação - PEC SATC, 05 de setembro, na SATC;
@ Plurall Experience 5: Como a LGPD pode impactar no seu negócio?, 05 de setembro;
@ Workshop Benchmarking de Competidores - Cocreation SATC, 10 de setembro, na SATC
@ ExpoMais 2019, 25 e 26 de setembro, em Criciúma;
@ Startup Weekend Criciúma, 04 a 06 de outubro, na ACIC;
@ RD Summit 2019, 06 a 08 de novembro, em Florianópolis;


Na última semana participei de um painel sobre inovação que aconteceu durante a 165ª Assembleia Geral do CEJESC - Conselho Estadual de Jovens Empreendedores de Santa Catarina, aqui mesmo, em Içara. Jovens de todo o Estado debatendo sobre o tema, compartilhando experiências e conhecimentos.

Nossas grandes referências certamente são os grandes players do mercado: Apple, Netflix, Nubank, Uber e por aí vai. Mas a inovação não acontece somente nas grandes empresas e este é o primeiro mito a ser quebrado. Da mesma forma que estas empresas possuem um grande capital e incontáveis investimentos em pesquisa e desenvolvimento, a estrutura organizacional é inversamente proporcional, ou seja, quanto mais a empresa cresce, maior a cultura, o legado e a sua responsabilidade com os clientes. Inovar se torna um risco ainda maior nestas circunstâncias devido às raízes que as consolidaram no mercado.

Desconsiderando os fatores de mercado, ou seja, voltado aos clientes, vamos analisar a estrutura. Quanto maior o seu tamanho, mais inflexível a empresa se torna. O que é mais ágil: uma moto ou uma carreta? Uma lancha ou um navio? Um helicóptero ou um boeing? Pois é, a lei da física também se aplica nas empresas e se torna uma grande ameaça aos impérios do mundo moderno.

Mas as grandes empresas já se ligaram nisso e buscaram alternativas para se tornarem mais ágeis, pois sabem que, se não inovarem, se não estarem prontas para mudarem rápido, elas morrerão em breve. Se elas se tornaram inflexíveis devido ao seu porte atual, a ideia é se juntar a empresas menores que ainda não cresceram ao ponto de se tornarem estáticas.

Este foi um dos pontos centrais debatidos no painel e é o que chamamos de inovação aberta. Os grandes players se abriram para o mercado, não desenvolvem mais produtos e serviços trancados em seus laboratórios (como era na inovação fechada) e estão investindo (e investindo pesado) nas empresas de pequeno porte, principalmente startups, para estas ajudarem a inovar em seus processos, produtos e na busca por novos mercados.

Querem tirar a prova real do que estou falando? Observem os principais eventos e editais de investimento em startups no Brasil e pelo mundo. Estes são patrocinados por grandes empresas, nas quais abriram seus principais problemas e buscam por soluções para desenvolverem seus negócios.

O tamanho da empresa não é problema para inovar, ou é, só depende da perspectiva e de que lado você está!


NOTÍCIAS DA SEMANA:
#1 Anatel define empresa que vai testar o espectro 5G no Brasil;
#2 Mesmo com diploma, brasileiro aceita vaga menos qualificada;
#3 Governo vai privatizar 17 estatais neste ano, diz Guedes;
#4 Prefeitura de SP publica decreto para regulamentar o uso de patinetes elétricos;
#5 Beyond Meat e KFC irão lançar frango frito vegetal - feito de plantas;

EVENTOS:
@ Workshop Gestão do Produto, 27 de agosto, na SATC;
@ Workshop A Arte do Receber, 28 de agosto, na ACII, em Içara;
@ Café com Propósito, 28 de agosto, na Plurall Coworking;
@ ExpoMais 2019, 25 e 26 de setembro, em Criciúma;
@ Startup Weekend Criciúma, 04 a 06 de outubro, na ACIC;
@ RD Summit 2019, 06 a 08 de novembro, em Florianópolis;


Deinyffer Marangoni é formado em Administração, atua como executivo da Associação Empresarial de Içara e docente na Faculdade do Vale do Araranguá.