Canal Içara

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07 de dezembro de 2019 - 02:34
Opinião: Uma segunda opção
13/06/2012 às 21:18 | Especialista em Marketing Duda Ribeiro
Vemos empresas que trabalharam por anos a fio em determinado segmento se aventurarem em outros mercados ou outros tipos de investimentos. As respostas para isto podem parecer óbvias demais. Alguns creem que depositando “seus ovos” em vários cestos, aumentam suas chances de equilíbrio no mercado competitivo. Outros vislumbram oportunidades, antes mesmos que elas possam parecer óbvias demais para seres humanos comuns. E claro, existem outras inúmeras teorias que passam pelas cabeças mais empreendedoras deste planeta.

Esta escolha começa desde cedo. Escolhemos refrigerante ao invés de suco, filmes ao invés de livros, vídeo-games ao invés de esportes coletivos. A medida que crescemos, temos que escolher também os amigos, as músicas, um grande amor, um hobby, e talvez a mais importante de todas, uma profissão. No momento em que assumimos o papel de protagonistas da nossa rotina, não temos meio termo.

Temos que escolher e tomar decisões. Estas escolhas refletem muito das nossas experiências vividas. Dos erros incompreensíveis cometidos, até nossas incertezas acertadas. Quem costuma lidar mais frequente com isso, adquire certa habilidade e transforma isso como um grande diferencial de personalidade. E, as pessoas que tomam mais decisões, correm o risco de errar menos. Neste caso, a habilidade é transformada em experiência.

Mas por quê, em determinado momento escolhemos olhar para um futuro que até pouco tempo parecia intangível? Associar habilidades pessoais, aproveitar melhor os recursos humanos, ter no desafio uma grande oportunidade de realmente fazer o que gosta... Enfim, “a busca pela segunda opção”. Este processo de buscar o novo está tão presente em nós como nas antigas tribos que tinham que se deslocar para procurar novos abrigos e comida. Nem sempre se acerta nem sempre há lucro, e conhecemos mais as histórias de vencedores, pois, estes sobreviveram para contar.

Não esqueça do livro que um dia você pensou escrever. Ou daquela viagem que você sonhou quando ainda era criança, ou mesmo daquela profissão que ninguém imaginaria que você exerceria... e aquele grande business que sonha toda a noite. A grande verdade, é que esta incansável vontade de mudança está presente todos os dias, em todos nós, sejamos grandes empreendedores ou meros telespectadores da vida cotidiana. Eterna mudança a todos!


Reflexão: Aprendendo a esperar em Deus
09/06/2012 às 10:53 | presbítero Welington de Oliveira
O Salmo 27 v.14 diz: Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecera o teu coração; Espera, pois no Senhor. Olá caro leitor, sei que esperar não é uma coisa fácil, não sei o que você está esperando, mas o nosso Deus sabe, e conhece os seus pensamentos. Vou lhe dar alguns motivos porque você pode esperar e confiar em Deus:

1º - Porque Deus é o criador de todas as coisas, e criou o ser humano a sua imagem e semelhança, ele tem todo poder, sabe todas as coisas, e sua presença está em todo lugar.

2º - Deus enviou o seu único filho para morrer por mim e por você. O ressuscitou no terceiro dia. Quando Jesus voltou para o céu ele pediu para que o nosso Deus enviasse o Espírito Santo a Terra, por isso você não está sozinho. O Espírito Santo é seu ajudante, companheiro, advogado, fortalecedor, intercessor, e nós precisamos desse companheiro.

Agora vou lhe dar alguns conselhos necessários que você precisa fazer para esperar em Deus:

1º - Você precisa ser filho de Deus, pois a Bíblia diz que todos quando o aceitaram deu-lhes o direito de ser chamado filho de Deus. Confesse com a sua boca que é um pecador e que só Jesus é o seu salvador, obedecendo a Deus, Sua vontade e a Sua palavra.

2º - Ter esperança. Esperar com confiança que Deus é o Deus do impossível.

3º - Ter paciência. A Bíblia diz que se esperamos o que não vemos com paciência, esperaremos através da fé.

4º - Não tome atitudes precipitadas. Peça direção a Deus.

5º - Controle a ansiedade. A Bíblia diz que devemos lançar sobre Jesus todas as nossas ansiedades, pois ele cuidará de nós.

6º - A receita de José do Egito, nunca pare de sonhar. Conte para Deus todos os seus sonhos.

Deus abençoe você e sua família!


Reflexão: A maravilhosa graça de Deus
29/05/2012 às 09:15 | presbítero Welington de Oliveira
Olá amigos e irmãos, a Bíblia nos conta a história de um homem chamado Jonas. Deus tinha um grande propósito com Jonas, por isso o chamou e disse: Vai até a cidade de Nínive e diga ao povo que se arrependa de seus pecados. Sendo assim o desejo de Deus era que as pessoas dessa cidade deveriam mudar o modo de viver por completo. Pois os cidadãos de Nínive estavam roubando, provocando assassinatos, se prostituindo, falando mentiras, adorando a outros deuses, amando mais os prazeres do mundo do que as coisas concernentes ao Reino de Deus.

Jonas se recusou e entrou em um navio indo para uma cidade bem distante da cidade de Nínive. Mas, esse foi seu grande erro, que acabou custando muito caro. A desobediência de Jonas causou danos à vida de todos que estavam no navio. Deus mandou uma forte tempestade quando eles estavam em alto mar navegando. Perguntas surgiram: por que estava acontecendo à grande tempestade? Quem era o responsável pela grande tragédia?

Jonas se levantou e disse que era o responsável, pois havia desobedecido a voz de Deus. Jonas apresentou a solução para cessar a tempestade. “Me lance no mar e o mar se acalmará”. Com muito temor o lançaram, e no mesmo instante o mar se aquietou. Deus enviou um grande peixe para engolir a Jonas, e, por três dias e três noites esteve no seu ventre.

Jonas reconheceu seu erro e pediu a Deus perdão pela sua desobediência, se humilhou, e Deus deu ordem ao grande peixe que o vomitasse na cidade de Nínive. Chegando lá Jonas disse ao povo a mensagem de Deus e povo se arrependeu. A cidade de Nínive teve sua história mudada e não foi destruída.

Essa história nos da um grande exemplo de que quando obedecemos a Deus, ele cuida de nós. Precisamos estar atentos, pois tudo neste mundo é passageiro, mas se você obedecer a Deus você será uma bênção e viverá eternamente com Ele no céu. Que Deus possa ajudar você e toda sua família a amá-lo acima de tudo.


Opinião: Anencefalia e o que virá depois?
16/04/2012 às 13:10 | Padre Hélio Luciano de Oliveira
Quinta-feira passada vimos o Supremo Tribunal Federal aprovar o aborto de crianças anencéfalas. A questão tinha se tornado mais ideologia que discussão racional – infelizmente os votos também. Sem entrar na questão propriamente ética, a contradição racional e científico-positiva dos discursos era gritante. Como dizer que uma criança anencefálica não possui vida? Se não a possuísse, como poderiam ter entrado com o recurso para retirar a vida da mesma? Como bem disse o presidente do STF, a discussão só pode existir porque aquele feto possui vida.

Outra alegação comum era de que não tratava-se vida humana. Será que algum dos proeminentes ministros seria, então, capaz de explicar de que espécie de vida se trata? Seria um animal? Um vegetal? Um ministro chegou a recorrer, inclusive, à história da Igreja – uma estória muito diferente de qualquer história científica, para utilizar a antiga distinção ortográfica. Mas deixemos os ministros e suas incoerências.

Perdemos a batalha, mas não perdemos a guerra. E a guerra, podem ter certeza, será grande! Deixo claro que não se trata de uma guerra entre religião e Estado, entre catolicismo e laicismo, entre fé e razão. Pelo contrário. Trata-se de uma guerra entre a racionalidade científica e o utilitarismo. O que tenta ser aprovado é a morte de pessoas que – segundo alguns – seriam inúteis para a sociedade.

O passo sucessivo será a aprovação do aborto para outras doenças graves, como se a execução da criança no ventre da mãe pudesse aliviar o sofrimento da mesma. Converter a mãe de uma vítima que sofre com a morte do seu filho em uma pessoa atormentada por ser o carrasco ou a mandante do crime de matar seu próprio filho não será capaz de aliviar o sofrimento de ninguém. A situação é complexa de fato, mas não somos avestruzes para esconder a cabeça na terra ao invés de enfrentar o problema como seres humanos que somos.

E depois de aprovar que essas pessoas vivas estão mortas – “mortos jurídicos” como bem disse a Doutora Lenise Garcia – porque não aprovar também a eutanásia? Se essas crianças podem ser mortas porque não são “úteis” à sociedade, porque não matar também a nossos idosos? Muitos deles não são mais capazes de usar plenamente a consciência – razão pela qual alguns dos ministros justificaram o aborto das crianças anencéfalas.

Fiquemos atentos. Lutemos desde já, porque não podemos chegar tarde mais uma vez. Não se trata de lutar contra a liberdade de ninguém, mas sim de fazer que a nossa sociedade possua valores claros e que os mais indefesos sejam de fato os mais protegidos. Seremos feridos nas batalhas, mas se nos unirmos podemos vencer a guerra e defender o que a grande maioria dos brasileiros quer. Vimos outras sociedades – como a europeia atualmente ou a Roma antiga - destruírem seus valores e entrarem em profunda crise moral, social, política e econômica. Não os imitemos em seus erros, pois sofreremos as mesmas consequências.


Opinião: Brasil, desfilie-se ou vote nulo
08/04/2012 às 10:14 | Dentista Vilson Schambeck
Corre por toda a mídia a necessidade de uma reforma política. Isso é fato. Precisamos mesmo de partidos que tenham cara de partido, ou seja, um conteúdo programático que seja respeitado e onde todos os seus filiados tenham vez e voz. O que vemos, e não é de hoje, são caciques políticos que pintam e bordam conforme suas próprias conveniências.

Alianças impossíveis de se imaginar são colocadas à mesa como se tudo fosse normal e aceitável. Via de regra, numa campanha eleitoral os “generais” brindam champagnhe enquanto os cabos eleitorais vão parar nas delegacias. Agora pergunto, se na eleição seguinte vão estar todos de mãos dadas, pra quê se estressar?

Antropologicamente falando se oberva que a pluralidade é algo inerente à raça humana, pois o que é um povo senão uma massa unida por laços de cultura semelhantes, porém não idênticos. Assim formam-se as nações. Porém, paralelo a isso, creio também que vivemos num mundo de faz-de-conta, imerso num caldeirão de desigualdades, alimentado pelo fogo do preconceito. Poucos são os que ousam “pensar” o tema, pois tornamo-nos cada vez mais individualizados. O fato é que entre o nosso hoje e o amanhã há um mata-burro chamado ignorância e um cabresto denominado egoísmo. É um vale tudo na luta pelo poder...

A democracia ("demo+kratos") é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. As Democracias podem ser divididas em diferentes tipos: democracia direta (algumas vezes chamada "democracia pura"), onde o povo expressa a sua vontade por voto direto em cada assunto particular, e a democracia representativa (algumas vezes chamada "democracia indireta"), onde o povo expressa sua vontade através da eleição de representantes que tomam decisões em nome daqueles que os elegeram.

Outros itens importantes na democracia incluem exatamente quem é "o Povo", isto é, quem terá direito ao voto e como proteger os direitos de minorias contra a "tirania da maioria". No mundo atual há uma inércia e uma acomodação generalizada. O “eu” sobrepuja o “nós”. Interesses pessoais estão a frente dos coletivos. As pessoas estão cansadas, exauridas. A democracia está de cabeça para baixo.

Num breve comparativo, aqueles que já tiveram oportunidade de viajar para outros países puderam perceber-se, muitas vezes, como estranhos no ninho. Fato este que me recorda um filme de sucesso recente, “Matrix”. No filme em questão, pessoas são acordadas de um sono profundo e despertam para uma nova realidade. Seu modo de ver a vida é transformado totalmente, dando lugar a um novo paradigma.

Invariavelmente, pessoas que passaram por grandes provações em suas vidas têm o caráter potencialmente transformado. Passam a enxergar o mundo sob um novo prisma. Não por acaso, a Bíblia nos remete à seguinte frase: “vinde a mim como as criancinhas”. Isso se justifica pelo fato de que as crianças ainda não tiveram seus sonhos cauterizados e suas esperanças perdidas. Elas sempre estão abertas ao que é novo.

Em resumo, acredito que a humanidade precisa de um derramamento de amor, e uma dose dupla de indignação. Estamos fartos de teoria. Precisamos de pessoas que tenham nos seus currículos, cara, coragem e honradez.É chegada a hora de uma nova revolução: a epopéia do amor precisa emergir, sob o som da indignação. Mas quem há de indgnar-se? Onde está o proletário? Onde estão os formadores de opinião? Será que estão todos calados, anestesiados, adormecidos...

Encerro mais este desabafo com a célebre frase de um pensador: "amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez. Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade, que prolifera infectando almas e atrofiando corações.”


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