Canal Içara

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11 de agosto de 2020 - 01:03
Simone Cândido: a todos os pais, nossa demonstração de amor
08/08/2020 às 04:30 | Simone Luiz Cândido
Definimos pai aquele que é genitor de um ou mais filhos ou aquele que adotou. A biologia nem sempre permite que possam gerar filhos biológicos, por muitas vezes mesmo podendo gerá-los num verdadeiro ato de amor e decisão, escolha de vida muitos decidem ser pais. Não importando a maneira que seus filhos chegarão.

Outros se tornam pais através dos filhos de sua esposa. Encontram em uma ou mais crianças os adolescentes seus filhos e assim seguem lhes transferindo amor e carinho.

Muitas dessas esperas são longas e angustiantes, mas valem cada minuto esperado. Outras são muito rápidas quando o coração se abre para crianças maiores ou adolescentes, aqui se fala do amor que existe para com esses filhos, amor preexistente desde o momento da decisão. Muitas vezes acompanhados de orações para poderem aliviar suas angústias durante a espera.

Amigos que se fazem através dos grupos de apoio à adoção, suportes de afeto que ajudam a caminhar nessa jornada de serem pais. Desde a decisão pela adoção, curso de pretendentes, habilitação e a chegada do filho.

Existem choros durante a espera? Claro que sim, ninguém é de ferro. Anos passam e o filho não chega o que dizer então? -Resta esperar o filho que couber no coração. Filho não se devolve então o coração tem que aceitar qual a idade e condições possíveis para a paternidade acontecer de maneira bela e plena.

Para aqueles que se tornam pais através da adoção, cada chegada é um misto de emoções, alegrias uma vontade imensa de partilhar com outras pessoas esse novo amor filial. Toda criança ou adolescente merece estar em família ser amada respeitada, todo aquele que tem amor no seu coração e sente esse desejo de ser pai merece ser pai. Seja biológico ou não.

Quando o amor extravasa o coração vem o desejo da paternidade, não há diferença se esse filho tem ou não o DNA do pai, o amor os torna pai e filho (a) os laços se fazem quando nos corações encontram-se, afeto, afinidades sonhos que se tornam realidade. O do pai que encontra seu(s) filho(s) e o dos filhos que o encontram.

Que todos os pais possam sentir o amor de seus filhos, e que todos os filhos se sintam amados por seus pais, precisamos nos adotar uns aos outros, Criarmos laços de afetos. Ser pai é estar presente em cada momento amando educando ajudando a transformar pessoas, zelando pelo bem-estar.

Eis uma tarefa difícil ajudar outro ser humano a ser lapidado, com muito amor se consegue deixar marcas, daquele que foi o escultor e a obra de arte se transforma em algo de muito valor. Ser pai é deixar marcas de amor em seus filhos.

Que os filhos sejam presença para seus pais sempre que puderem, não só num dia específico em que se comemora o dia dos pais. Nossos pais estiveram conosco quando éramos muito pequenos, hoje é a nossa vez de dispendermos um pouco de amor e carinho por eles.

Guardo até hoje as belas lembranças de amor, fé, honestidade entre tantas outras marcas deixadas por meu pai em cada um de nós seus filhos. Já fazem 25 anos que não ouço a palavra filha. Queria tanto poder ouvir as histórias de família sentir o afeto e demonstrar afeto.

Nesse ano muitos perderam seus pais alguns pelo covid 19 ou por acidente ou até mesmo outras doenças. A saudade bate forte e precisamos ser fortes. Quem ainda tem seu pai consigo diga o quanto o ama, hoje em dia é bem fácil mesmo com o distanciamento podemos demonstrar amor temos vários meios de comunicação.

Dedico ao meu pai Luiz in memoriam, meu esposo Valdemir, meu sogro Fernando meu irmão João Batista, meus cunhados, tios, primos e todos os pais biológicos ou de coração.


Simone Cândido: precisamos exercitar nossa empatia
01/08/2020 às 08:59 | Simone Luiz Cândido
Em vários momentos de nossas vidas nos deparamos com situações vividas por outras pessoas, as quais muitas delas jamais experimentamos. São elas perdas de pessoas queridas, mães pais, irmãos, filhos. Não podemos dimensionar o tamanho de cada dor vivida por essas pessoas. Mas podemos ter empatia, tentar compreender o que sentem. Não podendo medir as dores dos outros podemos nos solidarizamos com os outros tentando assim amenizarmos esse sentimento de dor alheia.

“Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo." (Fonte : site Significados)

Alguns se encontram com algum tipo de doença física podemos perceber pela perda dos cabelos e sobrancelhas, não devemos olhar com olhar de quem os acha "estranhos" e sim com olhar de amor por aqueles que estão lutando pela vida.

Algumas doenças são invisíveis, as dores da fibromialgia, da depressão, das tendinites, da asma que em muitos dias impedem de realizar atividades simples. Perdemos o ânimo a vontade de viver. Em outros dias tiramos forças de onde não temos e seguimos fazendo nossas atividades.

O que muitos não sabem é que depois disso quando a noite chega às dores aumentam. O corpo lateja, cansado de atividades que outras pessoas realizam com tanta facilidade.

Em vez de julgamentos devemos ter empatia, muitos acham que é preguiça, um dia fazem tudo já em outro não tem forças para nada.

Esse ano em que estamos vivendo uma pandemia jamais imaginada por nós, temos visto muitas situações difíceis, perdas de pessoas queridas, outras testaram positivo para o Coronavírus seguimos aflitos sem sabermos ao certo como devemos proceder.

O fato é que muitos estão ainda mais depressivos, se para alguns esse tempo não lhes causa medo nem pavor para outros é motivo de piora em sua saúde. Nessa hora entra nossa empatia pelos outros que tanto estão sofrendo com tudo que estamos vivenciando.

Quando não sabemos como é a dor do outro podemos ter respeito, amor ao próximo quem sente sabe como é viver com suas dores invisíveis, não custa nada deixar de si e olhar com amor para nosso próximo. Empatia é ter outro olhar para as dores alheias. Sabendo ou não como são suas dores termos compaixão para com os outros.


O dia 25 de julho foi escolhido pelo ex-ministro da Educação e Cultura Pedro Paulo Penido, em 1960, para homenagear escritoras e escritores brasileiros. A escolha dessa data deve-se à realização do I Festival do Escritor Brasileiro, patrocinado pela União Brasileira de Escritores (UBE), que ocorreu em 25 de julho de 1960. A partir desse ano, o dia 25 de julho é comemorado em todo o país. Nessa ocasião, são organizados eventos que buscam valorizar autores e autoras da literatura brasileira e incentivar a leitura de suas obras.

No Dia Nacional do Escritor, são realizadas solenidades e outros eventos em escolas, bibliotecas, academias e órgãos públicos para comemorar o trabalho e a vida de escritoras e escritores brasileiros. Essa data é propícia à reflexão acerca das dificuldades pelas quais, eventualmente, essa classe passa no que se refere à produção e divulgação de seus trabalhos, bem como em relação a questões legais que envolvem o direito de autor.

O gosto pela escrita pode surgir ainda na mais tenra infância ou na juventude até mesmo na fase adulta. Escrever é registrar momentos, contar histórias, tornar amores possíveis através da escrita.

Muitas vezes nós escritores narramos fatos ou acontecimentos cotidianos, alguns felizes outros nem tanto. Cada vez que escrevemos um texto colocamos nossos sentimentos opiniões podendo levar nossos leitores a refletirem determinados acontecimentos.

Ser escritor requer amor e dedicação á escrita, transferimos sentimentos aos textos que emocionam, outras vezes homenageamos pessoas queridas com poesias ou crônicas. Não importa o estilo literário cada um tem seu dom e seu jeito de escrever.

Em 2018 com o incentivo dos queridos amigos escritores João Carlos Zeferino e Dioni Fernandes Virtuoso e do jornalista Lucas Lemos decidi dedicar-me á escrita e de lá para cá pude contar muitas belas histórias de vida. Escrevi várias poesias, alguns contos e muitas crônicas, pois é o estilo que mais me identifico. Amo escrever reflexões sobre a vida cotidiana, eternidade, amor, convivência.

Falo de eternidade, pois assim posso mostrar aos outros a certeza de que a vida continua além daqui desse planeta em que vivemos. Nesse dia do escritor desejo que todos os escritores tenham muitas boas inspirações e que cada um de nós continue levando a arte da literatura onde estivermos.


Simone Cândido: a todos os amigos, nossa gratidão
18/07/2020 às 09:07 | Simone Luiz Cândido
Nesse dia 20 de julho comemoramos o dia do amigo. Existem pessoas que chegam até nós por apenas alguns momentos, outras por uma estação inteira, ou ainda por anos.

Cada uma traz consigo algo necessário para nosso aprendizado de cada dia. Algumas dessas pessoas temos afinidade imediata, parecendo que já as conhecemos há muito tempo.

Criamos laços, doamos nosso tempo, conversamos somos solícitos quando se faz necessário. Choramos juntos, desejamos que coisas boas aconteçam.

Alguns se aproximam de nós pelo que podemos oferecer algum conhecimento em alguma área específica, e lá vamos nós estendermos nossas mãos para outros, acreditando que ensinar algo ou ajudar outras pessoas nos tornará grandes amigos. Ledo engano, na maioria das vezes alguns desses ditos amigos se aproximam de nós enquanto podemos lhes fornecer algum benefício.

Triste realidade, pois a amizade deveria ser uma via de mão dupla onde caminhamos juntos, se precisarmos de algo o outro também poderá nos oferecer seu ombro amigo e seu apoio.

Quantos doam seu amor seu afeto vive perguntando como você está? Melhorou? Enquanto esse por sua vez dá as costas, sem ao menos ter o mínimo de consideração pelo amigo que tanto bem lhe fez.

Quando um dos dois continua tendo afeto, preocupação, o outro finge não ter tempo, pois sua vida é muito corrida. E a do outro não é corrida? Quantas vezes deixaram suas coisas seus afazeres para lhe dispender um pouco de afeto.

Podemos escolher quem são nossos amigos, aqueles que realmente poderão ficar em nossas vidas.

Sermos gratos por tudo que nossos amigos nos proporcionam, pelas vezes que mesmo distante enxugam nossas lágrimas com palavras de conforto. Vai passar, você vai ficar bem, vai dar tudo certo. Entre tantas outras coisas que nos fazem seguir nosso caminho com determinação, sabendo que não estivemos sozinhos.

Podemos criar laços, de afeto com nossos amigos se soubermos dar o devido valor, quantas vezes um amigo ouve, nos dá um conselho, está presente nos momentos mais tristes de nossas vidas.

Por que na hora da vitória não chamar o amigo para celebrar? Quantos abandonam o amigo assim que consegue a vitória, o amigo esteve ao seu lado secando suas lágrimas o tempo inteiro.

A vida é muito curta olhem ao seu redor quantos amigos você tem? Quais deles você pode confiar? Quais deles estiveram ao seu lado nos teus dias de angústias? Estar junto em dia de festa qualquer um está. Agora na hora da dor da aflição isso é raridade.

Ame seus amigos diga isso enquanto você pode amanhã pode ser muito tarde. Hoje ainda dá tempo de transformar a via de mão única em via de mão dupla, aonde o afeto vai e vem.

Dedico a todos os amigos presentes em minha vida, talvez para alguns eu não tenha dito o quanto significam para mim. Quantos partem tão cedo e não dá tempo de dizer os quanto os amamos. A vida é um sopro ame seus amigos. Digam a eles o quanto são importantes mesmo que não seja no dia do amigo.


Simone Cândido: os desafios da maternidade em meio a pandemia
11/07/2020 às 10:21 | Simone Luiz Cândido
Muitas de nós tivemos que nos adaptar em meio aos acontecimentos desse ano, Eu, por exemplo, sou mãe de duas meninas de sete e onze anos tarefa nada fácil com todos os cuidados que foram necessários para nos adaptarmos durante a nova realidade do Coronavírus. Hoje trago na minha coluna depoimentos de amigas e mães que assim como eu tiveram que adaptar-se a essa realidade.

“A gestação do meu terceiro filho Gabriel me veio como um presente que Deus enviou para nos fortalecer mais ainda em família. E no meio desse mundo virado de pernas para o ar estamos aqui crescendo. Não têm sido dias fáceis mesmo todos estando bem de saúde, mesmo não faltando nada em casa. Tem sido dias de muitas batalhas internas para conseguir ter paciência e lucidez estudando diariamente toda matéria enviada pela escola com duas crianças, pois já tenho dois meninos o Miguel e o Rafael. Porém tem sido dias em que cada vez mais sabemos com quem podemos realmente contar. Tem sido dias de amor intenso onde aprendemos e reaprendendo a nos respeitar, amar e confiar.” (Luciana Pinheiro Corrêa Divinópolis MG)

“Chamo-me Priscila, sou casada e tenho 37 anos. No dia dez de março de 2020 minha filha caçula Nívea nasceu, e poucos dias após o nascimento dela a pandemia chegou até Criciúma. Desde então estamos em isolamento em casa, meu marido, dois filhos adolescentes Isadora, Pedro Henrique e a nossa bebê atualmente com quatro meses. A chegada do nosso bebê mudou todas as rotinas e prioridades da casa. Hora de dormir, hora de acordar, horários pra banho e refeições. Tornei-me totalmente sem-hora! Eu havia me planejado muito pra esse momento, meses e meses eu passei elaborando regras e ensaios pra que tudo desse certo e meus filhos se orgulhassem de mim, porque "eu era uma mãe genial que dava conta de tudo". Mas, com o passar dos dias, a adversidade foi me moldando, pois tinha que me desdobrar em dar atenção a todos, inclusive para meu marido. Tranquei-me no banheiro em alguns momentos. Chorei de tristeza, de agonia, chorei de frustração, mas as coisas só passaram a se desenrolarem depois que eu decidi me demitir das minhas próprias cobranças. E assim o fiz. Hoje me sinto uma mãe possível, e muito real, coordeno a casa, as atividades home-office a graduação à distância, família e filhos de acordo com as minhas limitações, sem cobranças exageradas, sem desgastes, sem remorso e sem culpa!” (Priscila Rodrigues Vicente Vieira Criciúma S.C.)

“Meu nome é Renata, tenho 30 anos e estou gestando em meio a pandemia. Atualmente estou de oito meses, quando a quarentena começou, estava iniciando meus quatro meses, que já não estavam sendo fáceis devido a um princípio de aborto que tive, fazendo com que eu tivesse que parar todas as minhas atividades no mesmo período. Viver a gestação pela primeira vez e em meio a essa pandemia está sendo uma experiência e tanto. No começo tive muito medo e me isolei em casa. Não pude comprar muitas coisas para o meu bebê, não pude fazer um chá de bebê, não pude receber visitas. Senti-me muito sozinha. Aos poucos fui me adaptando, com a consulta pré-natal que não podia faltar, junto com o medo, a ansiedade e muitos hormônios aflorados. Não foi nada fácil e não está sendo, mas aos poucos tudo foi se acalmando e apesar de ainda estarmos em alerta, estou mais tranquila. Recentemente ganhei uma “charreata” surpresa muito especial, que foi preparado com muito carinho pelas minhas irmãs Daniela e Fernanda. Duas pessoas que me ajudaram muito nessa pandemia, além de minha mãe Maria das Dores. Na charreata pude me sentir um pouco mais abraçada pela família que compareceu em seus carros em frente a minha casa, pude sentir mesmo de longe o carinho e o amor de pessoas especiais e me senti confortada. Graças a Deus, ganhei muitas roupinhas, fraldas e utensílios para o Gabriel e agora faltam poucas coisas. O Gabriel vem no próximo mês, estou ansiosa para sua chegada. Estou pensando positivo para que venha a ser um parto tranquilo, que ele venha saudável, para que possamos aproveitar muito, pois merecemos depois de tantas batalhas vencidas. Agradeço a toda minha família e amigos, meu marido, sogra, cunhada, minhas irmãs e principalmente minha mãe que esteve sempre ao meu lado, em todos os momentos.” (Renata Fernandes Virtuozo Criciúma S.C.)

“Realmente foi desafiador ser mãe nesse momento que estamos, são quatro meses que me tornei mãe. A pandemia surgiu quando minha filha Elisy tinha apenas um mês. Não está sendo fácil, pois têm as vacinas, idas ao pediatra, compromissos que não dá para adiar. Ao mesmo tempo tenho medo, pois o vírus está aí e mesmo nossa cidade tão pequena e cuidadosa teve e temos casos da Covid-19. É difícil ter um bebê e não poder receber visitas sem medo, não poder mostra-la ao mundo, passear! Agora acaba minha licença maternidade e um novo desafio vem! A volta ao trabalho na área da saúde, poderia escolher não voltar, mas preciso, pois quero proporcionar o melhor para ela, mas no outro lado também tem a saúde, mas irei me cuidar me organizar no trabalho e tentar conciliar tudo pedindo a proteção de Deus e compreensão das pessoas ao redor”. (Suelen Luciano Elias Jacinto Machado S.C.)

“Descobri minha gravidez na véspera do natal de 2019 foi um misto de sentimentos inexplicáveis. Em Janeiro de 2020 iniciei o pré-natal, e ansiosa pelo fato de professora de caráter temporário. Consegui 20h no município onde resido fiquei feliz, mas não imaginava que iria trabalhar apenas até março, uma devastadora pandemia iria modificar nossos planos para 2020. No início fiquei assustada, pois estava em torno de 15 semanas de gestação, as aulas foram suspensas após algum tempo iniciamos as aulas remotas. Começaram os sintomas da gravidez o que mais me afetava era o emocional, ter que conseguir ministrar aulas online, onde não tinha prática, pois sou professora de educação física. Percebi que era real e que logo eu seria mãe minha vida mudaria para sempre, agora teria que me preocupar com um vírus que poderia afetar seriamente minha gravidez e meu filho Vicente. Muitas vezes me desesperei, chorei muito e pedi a Deus proteção, aos poucos me acostumei com esse ano turbulento. Cada vez que sentia um novo chute do Vicente tentando me dizer: “-Acorda mãe, iremos conseguir.” Hoje estou de 33 semanas, e bem perto de conhecer meu bem precioso. Algumas gestantes com chá de bebê, totalmente planejado sendo cancelado, mas vindo assim, um novo modelo as Charreatas, emocionante demais! Meus amigos fizeram essa surpresa para mim, foi emocionante demais. Foi e ainda está sendo um período difícil, doloroso, porém de muito aprendizado.“ (Tainá Teixeira Cechinel Jacinto Machado S.C.)

Nós mães não recebemos nossos filhos com manual de instruções somos fortes tentamos nos adaptar ás realidades que nos são apresentadas. Vivemos um dia de cada vez mesmo com medos e preocupações colocamos nosso melhor. Com pandemia ou não, temos uma força sobrenatural quando se trata de sermos as melhores mães para nossos filhos. E que venham os bebês desse tempo tão difícil para todos nós renovando nosso planeta com seres que vieram em meio á tantos obstáculos.


Simone Luiz Cândido é voluntária na causa adoção de crianças e adolescentes; já participou de três antologias com suas crônicas, além disso, ama escrever reflexões sobre a vida cotidiana, eternidade, amor e convivência.