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05 de julho de 2020 - 05:07
Cotidiano » Coronavírus Covid-19
Novo decreto proíbe concentração e permanência em espaços públicos de uso coletivo
19/03/2020 às 20:45 | Redação | com a colaboração do Governo de SC
Júlio Cavalheiro [Governo de SC]
O Governo de Santa Catarina emitiu mais medidas restritivas em novo decreto nesta quinta-feira, dia 19. A ação faz parte de um conjunto de iniciativas para tentar conter a propagação do novo coronavírus COVID-19. As novas medidas proíbem a circulação e ingresso de veículos de fretamento e transporte coletivo, público ou privado, de passageiros no Estado, além da concentração e permanência de pessoas em espaços públicos de uso coletivo, a exemplo de parques, praças e praias.

Atualmente o estado possui 21 casos confirmados. “Temos pesquisa que mostram que, em locais onde essas medidas de restrição não foram feitas, o vírus se propagou muito mais rapidamente. Fazemos um apelo à população. Só as medidas do Governo não adiantam se não contamos com a boa vontade das pessoas. Precisamos ter a parceria do público. Esse é um ato de responsabilidade para mitigarmos o efeito dessa pandemia", destacou o governador Carlos Moisés (PSL).

O secretário da Saúde, Helton Zeferino, também salientou que vai promover ações de proteção e treinamento dos profissionais da área da saúde, como a aquisição de testes rápidos, que em breve deverão ser disponibilizados. Estes testes serão realizados nos profissionais da saúde e naqueles que estão mais expostos a riscos às situações de contágio, como bombeiros e policiais. Os testes também serão usados para a detecção de pacientes que estiverem em situação grave.

O Governo do Estado também emitiu uma nova portaria para delimitar que apenas as indústrias das regiões onde há transmissão comunitária devem continuar a operar em sua capacidade mínima necessária. No atual momento, apenas a região Sul, com 45 municípios, se enquadra. O documento também autoriza serviços de manutenção corretiva em elevadores em geral. No caso de elevadores utilizado em unidades que prestam serviços essenciais, tais como hospitais, também estão autorizados serviços de prevenção.
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