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18 de agosto de 2019 - 15:10
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Capela São Bom Jesus é reaberta
30/08/2015 às 13:43 | Lucas Lemos - lucas.lemos@canalicara.com
Lucas Lemos [Canal Içara]
As imagens sacras foram revitalizadas com valorização de detalhes em dourado. A rede elétrica está toda refeita e novos lustres agora iluminam o interior do ambiente. Além disso, o altar, os bancos e o restante da mobília também entraram na reforma. Ao todo, foram necessários quatro meses de trabalho e o envolvimento de mais de 15 pessoas diretamente na obra para que a reabertura da Capela São Bom Jesus fosse festejada pela comunidade de Esperança neste domingo, dia 30.

Os fiéis que compareceram na celebração conheceram ainda um novo sistema de som, novas pinturas e cores na decoração artística. O símbolo do Sagrado Coração de Jesus foi replicado sequencialmente numa parede amarela atrás do altar-mor por Eliete da Silva, a Katurra. O espaço anteriormente era preenchido por detalhes avermelhados envoltos por linhas azuis em um fundo de tom mais claro, até então intacto, de Pedro Cechet. A moldura azulada que cercava metade da capela foi substituída pela cor cinza. Já a base do arco do presbitério passou de cinza para azul.

“A reforma começou no ano passado com a pintura externa e a colocação das calhas. Todo este trabalho só foi possível devido a doações e a ajuda da comunidade”, enaltece a coordenadora pastoral, Silvana Goularti Brunel. “A igreja tem muito cuidado com o patrimônio. É um zelo necessário devido ao bem espiritual que fazem as igrejas. Elas são a demonstração da fé das pessoas. E para toda a comunidade é uma alegria ter a reforma de uma das mais antigas capelas da cidade”, completa o pároco Antônio Vander.

Segundo o historiador Altamiro Domingos Dagostim, a capela de Esperança foi construída em 1955 por José Conti e José Frasson onde já havia uma igrejinha. No ano seguinte o bispo Dom Anselmo Pietrulla concedeu a benção. Mas somente em 1960 foram feitas as pinturas de Pedro Cechet. Inicialmente a comemoração da comunidade ocorria no dia 6 de agosto. Devido ao pedido do padre Bernardo Junkes, passou então para o dia 30, conforme relatado no livro “Paróquia São Donato: Fazendo-se na caminhada”, para não coincidir com a festa a São Donato no dia 7.
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