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15 de outubro de 2019 - 20:40
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Prefeituráveis: Educação para toda a cidade
07/09/2016 às 07:57 | Lucas Lemos - lucas.lemos@canalicara.com
O desenvolvimento de uma cidade começa pela educação. A qualificação rotineira do ensino reflete na ampliação constante da capacidade de empreendedorismo, no avanço tecnológico, social e até nos índices de segurança. O caminho para acelerar os avanços começa pelas creches, atualmente, ocupadas por aproximadamente 1,8 mil crianças. Passa também por escolas atualizadas, atividades que estimulem os jovens e profissionais preparados para as novas realidades. Na ponta está ainda a formação profissional, seja através de cursos preparatórios ou pela escolha de uma faculdade.

“Elencamos unir o desenvolvimento econômico com a qualificação da mão de obra. E isso passa pela educação. Nosso desafio vai ser R$ 500 mil em bolsas de estudo", aposta Dalvania Cardoso (PP). O plano de educação defendido pela candidata a prefeitura compreende ainda a ampliação estrutural das creches, formação continuada dos professores, concessão de reajuste aos professores pelo índice nacional do magistério, readequação das propostas curriculares, formação de uma biblioteca itinerante, a disponibilidade de aulas para jovens e adultos nos bairros, além do ensino integral de forma experimental.

"Para haver avanço, o primeiro passo é fazer eleições diretas para diretores. As unidades devem ter autonomia para tocar os projetos político-pedagógicos. Queremos também capacitar a comunidade escolar para façam parte da elaboração das metas locais", considera Gilmar Axé (PSOL). No caso dele, o compromisso com a educação inclui também a qualificação estrutural das creches, capacitação dos profissionais, revisão do Plano de Carreira do Magistério, transformação das escolas em espaços culturais nos finais de semana e a criação de um grupo de trabalho para a composição de uma escola agrícola.

“As vagas nas creches eram um desafio. Criamos 876 vagas e chegaremos a 1 mil até o final do ano com a abertura no Loteamento Antônio Lima. De três a cinco anos já tem mais oferta do que demanda. É assim que deve ser. Para o déficit de seis meses a dois anos, a ideia é comprar vagas nos estabelecimentos particulares”, afirma Murialdo Canto Gastaldon (PMDB). Ao ensino fundamental a proposta é investir então na melhoria das estruturas e na intensificação das atividades de contraturno. Além disso, estagiários poderão ser chamados para aulas de reforço nos bairros em troca de auxílio nas mensalidades.
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