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12 de dezembro de 2019 - 07:42
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Balança comercial de Içara atinge novo recorde com superávit de US$ 38 milhões
22/01/2019 às 12:56 | Redação | com a colaboração de Lucas Lemos, da Inoova Comunicação
A balança comercial de Içara atingiu um novo patamar em 2018. O superávit foi 19,9% acima do recorde anterior, de 2017, num total de US$ 38,4 milhões. A cidade obteve o maior volume financeiro de exportações na série histórica desde 1997. Foram ao todo US$ 47,09 milhões, um aumento de 23,42% diante dos resultados de 2017. Em importações, por vez, o investimento ficou em US$ 8,6 milhões, 41,7% acima do ano anterior, mas ainda distante dos US$ 54,9 milhões que chegou em 2014.

"Os números mostram um processo de industrialização acelerado da cidade. Tivemos períodos de dólar em alta que projetaram o mercado brasileiro no exterior e Içara foi beneficiada”, coloca o presidente da Associação Empresarial de Içara, Ramiro Cardoso. “A vantagem da diversificação econômica da cidade é que a circulação financeira gerada pelo bom desempenho de um setor ajuda a compensar eventuais recessos de outros segmentos. Isso permite, por exemplo, a estabilidade dos empregos”, acrescenta.

Do total de exportações de Içara em 2018, 44,9% foram de produtos das indústrias químicas seguido de material de transporte com 27%; além de animais vivos e produtos do reino vegetal com 21,2%. Plásticos e borrachas representaram 3,08%; máquinas e aparelhos, materiais elétricos e audiovisuais com 2,07% enquanto todos os demais itens não atingiram 1%. Ao todo, 19,6% das vendas foram para a Argentina (19,6%). Entre os principais parceiros ficaram também os Estados Unidos (18,6%), Paraguai (18,1%), Bolívia (15,5%), Chile (12,09%), Uruguai (4,42%), Peru (4,15%), Alemanha (2,9%), Colômbia (1,8%) e Costa Rica (1,7%).

No caminho inverno, os materiais têxteis lideraram a lista de aquisições no exterior com 55,92% seguido por armas, munições e acessórios com 21,56%; além de máquinas e aparelhos, materiais elétricos e audiovisuais com 10,93%. Os produtos minerais representaram 7,07% e os produtos das indústrias químicas 3,25%. Os demais itens ficaram abaixo de 1%. Os principais vendedores foram o Paraguai com 27,87% do volume financeiro seguido da Colômbia (20,09%), Holanda (8,5%), Peru (7,9%), Argentina (7,6%), China (7,14%), Taiwan (7,03%), Espanha (5,3%), Alemanha (3,8%) e Itália (1,7%).
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