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28 de setembro de 2021 - 01:30
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Compatibilidade financeira é um bom indicativo para um relacionamento de sucesso
26/07/2021 às 12:14 | Redação | com a colaboração de Fala Criativa
Desde dividir a conta no primeiro encontro a comprar um presente de aniversário para o crush, falar sobre dinheiro no Brasil é sempre um grande tabu. Uma pesquisa realizada pelo Badoo, mostrou como as pessoas realmente se sentem sobre o assunto. Ao todo, 1 mil solteiros no Brasil foram entrevistados entre 17 e 18 de junho de 2021. Apesar de 78% dos respondentes acreditarem que a compatibilidade financeira é um bom indicativo para um relacionamento de sucesso, 72% acham grosseiro falar sobre finanças pessoais no primeiro encontro.

Com a possibilidade de retomada dos encontros presenciais ficando mais próxima, a questão de "quem vai pagar a conta" volta à tona. E com 87% dos entrevistados assumindo que a pandemia prejudicou suas finanças pessoais, muitos estão preocupados em como abordar o tema. Quando se trata do primeiro encontro, 36% dos brasileiros estão dispostos a investir e gastar mais de R$ 200. Na hora de pagar a conta, 29% preferem já dividir o valor sem a necessidade que um dos dois se ofereça para pagar o valor total.

Não é nenhuma surpresa que falar sobre dinheiro nos encontros cause desconforto, porém a estabilidade financeira se tornou um critério-chave quando se trata de relacionamentos. A pesquisa também mostrou que compatibilidade financeira é importante, com 64% buscando por um parceiro que tenha os mesmos objetivos.

Com dinheiro sendo um tema tão importante, faz sentido ter conversas honestas sobre o tema desde o começo. Para 38% dos entrevistados ser honesto sobre as finanças pode ser um bom indicativo para um relacionamento de sucesso. Mas é importante dosar: 73% disseram que falar muito sobre dinheiro no primeiro encontro pode deixá-los desconfortáveis.

A conversa sobre dinheiro pode ser um campo minado também em relacionamentos já estabelecidos. De viagens de férias a presentes de aniversário, pode ser difícil entrar em um acordo. Quando se trata de gastos domésticos, por exemplo, 48% dos respondentes acreditam que as finanças devem ser compartilhadas e todas as despesas diárias devem ser retiradas desse fundo, enquanto 13% acham que quem ganha mais deve pagar mais.

Para ser mais transparente quanto aos gastos em seu próximo relacionamento, 55% dos participantes estariam abertos a definir um orçamento conjunto para despesas e gastos supérfluos, 33% discutiriam como lidaram com as finanças em relacionamentos anteriores e 26% estariam dispostos a compartilhar seus salários e economias.
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