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22 de outubro de 2018 - 17:07
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Banhistas de Barra Velha sentem-se inseguros
12/01/2011 às 10:52 | Especial de Amanda Tesman, do Jornal A Cidade
Desprotegidos. É assim que se sentem os moradores e veranistas do Balneário Barra Velha, em Içara. A sensação de desamparo é em virtude da ausência de guarda-vidas na orla marítima. Isto porque é disponibilizado um socorrista na localidade, sendo que ele atua somente nos finais de semana.

“Apesar de saber que a responsabilidade é dos pais, é importante ter a presença de um guarda-vidas para uma situação de emergência”, expõe Luiz Mário, que leva o filho para brincar na localidade por ser mais calmo. “Aqui consigo vigiar mais, quando tem mais gente acaba sendo mais difícil”, comenta.

“E o resto da praia, como fica?”, questiona a agente de saúde Adriana Jordão. Ela ainda conta que o socorrista fica parado no posto, não caminha pela praia, como é possível observar em outros litorais. Por isso, para se sentirem mais seguros, os banhistas ficam próximos ao guarda-vidas. “Já que só tem uma pessoa para cuidar de toda a orla, o pessoal fica amontoado na proximidade do posto”, destaca a moradora.

Sobre o assunto, o capitão Alexandre, do Corpo de Bombeiro de Içara, explica que há uma limitação de verbas para pagar o serviço prestado pelos profissionais. “Por isso fizemos uma análise para saber quais pontos há maior concentração de banhistas e as áreas de mais risco”, comenta. A orientação é para que as pessoas fiquem próximas ao posto, exatamente como fazem os banhistas da Barra Velha, pois assim poderá ser mais fácil intervir quando for necessário.


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