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22 de setembro de 2019 - 13:22
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Amigas e companheiras acima de tudo
01/09/2014 às 08:33 | Especial do Jornal Gazeta
Jornal Gazeta
Sempre que Eliane Magdalena chega em casa do trabalho, Pietra já está a sua espera uivando e abanando o rabinho. A Basset Hound de três anos é a companheira da professora que mora sozinha em Içara. A relação envolve muito amor e carinho. “Para termos um animal de estimação, precisamos amá-lo”, destaca.

“Sempre gostei de animais e já tive muitos cachorros. Um deles era o Bill, da raça Cocker, que viveu conosco por 15 anos. Ele acabou tendo câncer, artrose e outras doenças desencadeadas justamente por conta da velhice. Quando morreu, eu sofri muito a perda de meu grande amigo. A minha família para me ajudar a superar essa perda, me presenteou com um machinho da raça Basset Hound, o Pierry”, relata.

Depois de ganhar o Pierry de presente, Eliane resolveu adotar outro cachorro da mesma raça, a Pietra. Acontece que inesperadamente Pierry, aquele cachorrinho serelepe, brincalhão e feliz, adoeceu. Teve graves complicações no fígado, levando-o a óbito. “Foi muito triste, eu chorava muito e a Pietra também. Tive febre por muitos dias consecutivos, adoeci”, acrescenta.

Eliane conta que o amor pelos animais já vem desde pequena, quando ganhou seu primeiro cão de presente. “O Ativo, um vira-lata da família, tinha a mesma idade que eu e morreu aos dez anos. Ele era meu amiguinho, com quem eu brincava todos os dias. Na minha infância, sempre convivi com muitos cachorros, gatos e outros animais de estimação. Meu pai sempre gostou de animais e passou essa herança para mim”, assinala.

Eliane alerta que não basta querer ter um cachorro. É preciso ter consciência de que eles exigem atenção, carinho e cuidados especiais. A Pietra vai ao pet-shop todas as semanas, toma vacinas regularmente e agora segue, a risca, uma dieta para perder peso já que está obesa. “Temos que trata-los bem, dar banho, alimentar direitinho e, o mais importante, dar muito carinho. Eles precisam disso, precisam estar bem cuidados. Eu faço o possível para que a Pietra se sinta feliz, pois quem optou por adotá-la foi eu”, sintetiza.

Para a professora, todas as pessoas deveriam ter a experiência de um dia ter um animal de estimação. “Acho que os seres humanos têm muito que aprender com eles. A Pietra nunca está de mau humor, independente do dia, me recebe com toda a alegria, pula em mim e quer brincar. Não possui máscaras como algumas pessoas da sociedade, é simplesmente o que é, um cão amigo e fiel. Sou muito feliz e acho que ela é sim, a minha grande companheira. E espero que seja por muitos anos!”, finaliza.

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