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Moradores do Demboski bloqueiam ICR-150
21/08/2015 às 14:30 | Especial de Andréia Limas, do Jornal da Manhã
Lucas Sabino [Jornal da Manhã]
Em reivindicação para a conclusão da pavimentação asfáltica, os m oradores do bairro Demboski interromperam o tráfego em parte da ICR-150. A promessa é reabrir o acesso ao bairro Nossa Senhora de Fátima somente após as máquinas retornarem ao trecho. “Antes, a rua era de lajota. Arrancaram e começaram a obra, mas não terminaram e ficamos na poeira. A única maneira que encontramos para que fosse terminada foi fechar a estrada”, justifica o motorista Eraldo Oliveira da Silva, que mora às margens da rodovia há 18 anos.

“Desde dezembro está assim: trabalham e param. Primeiro foi a rede de saneamento que precisaram refazer e agora não sabemos por que não voltaram”, reclama Isabel Cristina Silveira. A dona de casa conta que não participou da iniciativa dos vizinhos, porém apoia a medida. Segundo ela, além da poeira e da movimentação intensa, os moradores também conviviam com a imprudência dos motoristas que transitavam em alta velocidade pelo local.

“Estou muito chateado com a decisão dos moradores. Foi uma atitude desnecessária. Aquela obra está 97% pronta, ou seja, falta uma parte muito pequena para a conclusão”, diz o prefeito Murialdo Gastaldon. Ele reconhece, no entanto, que os serviços estão atrasados, pois deveriam estar finalizados em maio. “O projeto precisava de alterações e o engenheiro responsável veio a óbito. Até outro profissional assumir, houve um atraso, mas muito pequeno para uma obra dessa magnitude”, considera.

O asfaltamento dos 2,3 quilômetros da ICR-150 foi viabilizado através do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam). Duas parcelas já foram pagas e os serviços serão retomados tão logo o restante do dinheiro seja repassado. “A equipe do Fundam esteve aqui na quinta-feira passada, apresentou o relatório à prefeitura, já corrigimos o que foi pedido e amanhã (hoje) estamos devolvendo. Tão logo o relatório chegue ao BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), e, se não houver outras exigências, o dinheiro será liberado”, sustenta o prefeito.

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