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27 de setembro de 2021 - 04:50
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Nono Tchillo: pratos italianos com gostinho próprio e temperos caseiros
18/05/2021 às 16:51 | Andreia Limas - andreia.limas@canalicara.com
Polenta, macarrão com molho vermelho, minestra de arroz, aipim, fortaia, salame com ovos, galinha, costela e miúdos de frango ensopados, arroz, farofa e saladas com vinagre colonial formam o cardápio dos jantares de quarta-feira no Restaurante Nono Tchillo, que para os almoços de domingo ainda ganha o incremento de macarrão com molho quatro queijos, nhoque de quatro queijos, arroz à grega, lasanha, churrasco, galeto, maionese, salpicão e dez tipos de sobremesa. Os pratos italianos, com gostinho próprio e temperos caseiros, mantêm uma clientela fiel desde 2005.

"Os proprietários têm uma relação muito direta com o negócio e o amor que é colocado em nosso restaurante com certeza é sentido pelos clientes”, afirma Renata Calegari, uma das administradoras da casa. Todos os dias, é a família que cuida do restaurante, desde a limpeza, compras, manutenção e administração. A proprietária, Rosa Cichella Martinhago, é a cozinheira chefe. O proprietário, Agnaldo Martinhago, assa a carne, faz as manutenções e atende os clientes no buffet. O filho, Douglas, cuida da parte financeira e atende os clientes como garçom. A nora, Renata, produz as sobremesas, realiza os atendimentos para eventos e atende no caixa.

História

Essa proximidade da família com o negócio vem desde antes do estabelecimento ser inaugurado, em março de 2005. Então funcionária de um salão de beleza, Rosa sempre gostou de cozinhar e chamar os amigos para comer, e assim surgiu a ideia de abrir o restaurante. A construção começou em 2004, tendo Agnaldo como pedreiro, com a ajuda de um servente, da própria Rosa e do pai dela, o Nono Tchillo, que posteriormente daria nome à casa especializada em comida italiana.

Douglas lembra que o restaurante foi o primeiro do bairro, onde o acesso na época era precário. “Até falaram para nós que na Segunda Linha só daria se fosse um x-salada, e olhe como o mundo dá voltas. Hoje temos um santuário próximo, nossa estrada foi asfaltada e temos um ótimo acesso por Içara e Criciúma. No início não foi fácil, pois meus pais moravam de favor e tiveram filho cedo. Mas hoje somos muito bem reconhecidos no setor gastronômico e isso mostra a união e a persistência da família”, ressalta.

Inicialmente, a casa funcionava apenas aos domingos, com capacidade para 100 pessoas sentadas, mas costumava receber em média 30 clientes, o que já era motivo de alegria. Com o desenvolvimento dos negócios, começaram a surgir os eventos e houve a ampliação do atendimento também para os jantares de quarta-feira. Para acomodar o público que crescia a cada semana, foram realizadas reformas e novas construções, até chegar à capacidade atual, de 400 pessoas sentadas.
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