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22 de outubro de 2017 - 15:41
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Final não tem favorito, mas o que dizem os números?
05/10/2017 às 09:21 | Eduardo Oliveira - eduardo.oliveira@canalicara.com
Lucas Lemos [Canal Içara]
Com dois elencos fortes numa final, em que como sempre dizem não há favorito, é difícil apontar qual das equipes levará o título. Porém, o Real Içara está alguns passos à frente do rival Barão do Rio Branco nos números. O time tem melhor campanha, ataque e defesa mais efetivos do que o plantel do bairro Aurora.

O Barão e o Real Içara garantiram vaga na decisão ao eliminarem, respectivamente, Vila Nova e Juventus nas semifinais. Mas quem será o campeão só saberemos no próximo domingo, dia 8, com embate em campo neutro, no Estádio Municipal Dego Rocha (Complexo Esportivo João Ramos Roussenq), no bairro Primeiro de Maio.

Fase de classificação e mata-mata

A campanha do Real na primeira fase do campeonato foi impecável. Foram quatro vitórias e apenas um empate. O Barão, por vez, passou mais dificuldades. Conseguiu uma vitória somente na última rodada. Antes havia somado três empates e uma derrota.

Na fase eliminatória o Barão cresceu e melhorou muito. O time conquistou uma vitória maiúscula contra o favorito Presidente Vargas por 3x1 e surpreendeu novamente na semifinal ao eliminar nos pênaltis mais um favorito, o Vila Nova. Já o Real manteve a regularidade com vitória nos dois confrontos eliminatórios no tempo regulamentar.

APROVEITAMENTO: Considerando as duas campanhas até o momento, o Real Içara tem um aproveitamento incrível de 90% e chega a final de forma invicta. Já o Barão do Rio Branco, após a evolução no mata-mata, chega a decisão da Taça Dilnei Darcy Lima com 57% de rendimento na pontuação conquistada.

Gols feitos e sofridos

Em termos de ataque, o Real também leva vantagem em relação ao adversário. Ao todo, foram 22 gols marcados em sete jogos. O Barão marcou 10 no mesmo número de confrontos. Além disso, a defesa do Real Içara mostrou mais eficiência. Mesmo assim, os dois times tem média próxima de um gol sofrido por jogo e um sistema defensivo bem definido. Enquanto o Barão tomou oito gols em sete partidas (média de 1,14), o Real tomou cinco (média de 0,70).
Eduardo Oliveira é acadêmico de Jornalismo, apaixonado por futebol e pela informação.
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