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08 de dezembro de 2019 - 16:15
Política » Operação Moralidade
MP havia requisitado afastamento no Samae
16/08/2012 às 16:00 - atualizada às 16h23 | Lucas Lemos - lucas.lemos@canalicara.com
A exoneração de Paulo Preis Neto na presidência do Sistema Autônomo Municipal de Água e Esgoto somente antecipou um pedido do Ministério Público que já tramitava na esfera judicial. Isto em decorrência da Operação Moralidade desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado. Conforme o promotor Maurício de Oliveira Medina, uma das informações verificadas até agora foi o recebimento de quase R$ 60 mil da empresa Fort Empreiteira de Mão de Obra através de depósitos bancários. A quantia foi somada de março até junho de 2012.

Paulo Preis fez parte da oitiva convocada pelo Gaeco. Contudo não estava entre as oito pessoas que chegaram a ser presas temporariamente. A saída temporária dele foi requisitada na Segunda Vara de Içara na quarta-feira, dia 15. Mas até agora não houve uma decisão do juiz Evandro Volmar Rizzo. Com a exoneração, a medida nem mesmo terá mais efeito.

Tanto o Samae quanto a Prefeitura de Içara são investigadas por superfaturamento de contratos e manipulação de licitações. "Respeito o promotor e não vou comentar sobre o assunto. Trata-se de um processo em segredo de justiça. Já quanto ao meu afastamento, a decisão foi tomada por mim sem conhecimento desde pedido do Ministério Público", apresenta o ex-presidente da autarquia.
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