Canal Içara

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22 de setembro de 2019 - 01:19
Segurança » Doze horas na rotina dos bombeiros
Nova turma de voluntários em formação
01/07/2014 às 21:10 | Lucas Lemos - lucas.lemos@canalicara.com
Renata Pereira Vianna faz parte do quadro de bombeiros comunitários de Içara desde 2011. Optou pela função voluntária aos 26 anos na intenção de prestar um trabalho social. “Identifiquei-me bastante com o fato de poder usar os conhecimentos que a gente adquiriu estudando e nos treinamentos em prol do bem comum. Permaneci por gostar disso”, coloca. No início do ano, aumentou ainda mais a participação no quartel ao ser contratada também como estagiária. Além disso, atua como personal trainer em academia.

“Acho que o maior desafio é lidar com o inesperado. Vamos para as ocorrências sem saber o que nos espera. Temos que contar com criatividade, improvisação e juntar com os conhecimentos e a emoção para prestar o socorro de forma adequada e eficiente”, complementa. “Recentemente atendemos um acidente de trânsito que envolveu duas crianças. O fato delas confiarem em nosso trabalho é uma forma de retribuição. A nossa alegria é ter este reconhecimento, principalmente, das crianças. Isto faz valer qualquer salário”, completa.

Assim como Renata, há 45 bombeiros comunitários ativos em Içara. Da última turma formada em 2013 são 23. Mais uma de nível básico está em andamento. Dentre eles, alguns poderão chegar ao avançado a partir de julho e passarem então ao estágio obrigatório. “Será importante para a minha carreira. Pretendo fazer parte também do curso avançado e ser uma bombeira voluntária. Acredito que todos deveriam passar por esta experiência”, coloca a enfermeira Anny Caroline Dal Toé da Luz.

“É o nosso jeito de transmitir conhecimento para a comunidade. Repassamos noções de prevenção e primeiros socorros que podem ser fundamentais para o primeiro atendimento na própria residência, no trabalho ou na rua. No curso básico a fundamentação está na prática teórica dos primeiros socorros, combate a princípios de incêndio e atuação em caso de catástrofes. Já o avançado é voltado a comunidade dentro da organização com o estímulo do serviço voluntário”, indica o coordenador e instrutor, Rodrigo Knorst.
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